Absurdo e graça!

.Na vida hoje caminhamos entre uma fome que condena ao sofrimento uma enorme parcela da humanidade
e uma tecnologia moderníssima que garante um padrão de conforto e bem estar nunca antes imaginado.
Um bilhão de seres humanos estão abaixo da linha da pobreza, na mais absoluta miséria, passam FOME !
Com a tecnologia que foi inventada seria possível produzir alimentos e acabar com TODA a fome no mundo,
não fossem os interesses de alguns grupos detentores da tecnologia e do poder.

"Para mim, o absurdo e a graça não estão mais separados.
Dizer que "tudo é absurdo" ou dizer que "tudo é graça "
é igualmente mentir ou trapacear...
Como morrer e ressuscitar, o absurdo e a graça são só dois lados da mesma moeda."
"Hoje a graça e o absurdo caminham, em mim lado a lado,
não mais estranhos,
mas estranhamente amigos"
A cada dia,nas situações que se nos apresentam podemos decidir entre perpetuar o absurdo ou promover a Graça. (Jean Yves Leloup)

* O Blog tem o mesmo nome do livro autobiográfico de Jean Yves Leloup, e é uma forma de homenagear a quem muito tem me ensinado em seus retiros, seminários e workshops *

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Agradeço por sua visita, ela é muito oportuna.
Aqui eu reúno pensamentos meus
e de outras pessoas com quem sinto afinidade de idéias e ideais.


"Vamos precisar de todo mundo
pra banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova
vamos precisar de muito amor...

Vamos precisar de todo mundo,
um mais um é sempre mais que dois
Pra melhor juntar as nossas forças
é só repartir melhor o pão...

Deixa nascer o amor/Deixa fluir o amor
Deixa crescer o amor/Deixa viver o amor

O sal da terra,..." (
Beto Guedes)

14 de junho de 2009

Manifestações exigem que Lula vete desmonte da Amazônia

.







O WWF-Brasil repudia os Artigos 7 e 13 e os incisos II e IV do Artigo 2. O primeiro amplia a área máxima de regularização de terras. O segundo dispensa de vistoria prévia as áreas vendidas ou cedidas pelo governo.
Já os incisos II e IV do Artigo 2 definem a ocupação e a exploração indiretas, o que permite que pessoas que não vivem nas terras sejam beneficiadas. Em comunicado, o WWF-Brasil acredita que "a regularização fundiária é necessária e defendida para garantir a propriedade a agricultores familiares da região".
O Instituto Ethos realizará em São Paulo, na próxima quinta (18/6), o Ato Público contra o Desmonte da Legislação Ambiental Brasileira. O ato ocorre , das 14h30 às 15h, durante o encerramento da Conferência Internacional Ethos 2009, no Hotel Transamérica.
Além das exigências feitas ao presidente Lula contra a MP 458, o Ethos "conclamar as empresas a assumirem a agenda ambiental brasileira como estratégica em seus negócios", como pontua na convocatória.
Esta semana, o Greenpeace divulgou nota pedindo que a população envie email ou ligue para o gabinete do presidente Lula e diga "não à MP 458". Os telefones do Gabinete do presidente são (61) 3411.1200 e (61) 3411.1201.
"Se o presidente assinar a MP 458, 67 milhões de hectares de terras públicas da Amazônia serão privatizados. Um patrimônio estimado em 70 bilhões de reais irá parar nas mãos dos grileiros", alerta o Greenpeace em nota pública.
"Esta proposta de lei pavimenta o espaço para a expansão do latifúndio e do agronegócio na Amazônia, bem ao gosto dos ruralistas", avalia a Comissão Pastoral da Terra (CPT) em nota divulgada à população. Na opinião da entidade, a medida "beneficia, sobretudo, pessoas que deveriam ser criminalmente processadas por usurparem áreas da reforma agrária".
O Senado aprovou o Projeto de Lei de Conversão 09 (PLV 09/2009) sem alterações ao texto aprovado em maio na Câmara dos Deputados, onde tramitou inicialmente como medida provisória 458 (MP 458/09). A MP sofreu alterações antes de ser aprovada na Câmara e foi transformada no PLV 09.



Pela lei aprovada, empresas que ocuparam terras públicas até 2004 terão direito às propriedades. Imóveis médios e grandes poderão ser revendidos três anos após a concessão dos títulos; e imóveis pequenos, após dez anos. Os ambientalistas são contrários à venda dos terrenos menos de dez anos após a sua regularização.
As entidades exigem, também, que seja vetado o artigo que dispensa de vistoria terrenos em áreas com até quatro módulos fiscais (em média 304 hectares) antes da concessão das terras. Os ambientalistas acreditam que terrenos com essa dimensão também podem apresentar irregularidades, como a presença de laranjas. O grupo também é contra a regularização de terras para as pessoas jurídicas que possuam outras propriedades rurais. Para os ambientalistas, um proprietário de várias empresas poderá regularizar 1,5 mil hectares como pessoa física e a mesma quantia por cada empresa que possua.

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