Absurdo e graça!

.Na vida hoje caminhamos entre uma fome que condena ao sofrimento uma enorme parcela da humanidade
e uma tecnologia moderníssima que garante um padrão de conforto e bem estar nunca antes imaginado.
Um bilhão de seres humanos estão abaixo da linha da pobreza, na mais absoluta miséria, passam FOME !
Com a tecnologia que foi inventada seria possível produzir alimentos e acabar com TODA a fome no mundo,
não fossem os interesses de alguns grupos detentores da tecnologia e do poder.

"Para mim, o absurdo e a graça não estão mais separados.
Dizer que "tudo é absurdo" ou dizer que "tudo é graça "
é igualmente mentir ou trapacear...
Como morrer e ressuscitar, o absurdo e a graça são só dois lados da mesma moeda."
"Hoje a graça e o absurdo caminham, em mim lado a lado,
não mais estranhos,
mas estranhamente amigos"
A cada dia,nas situações que se nos apresentam podemos decidir entre perpetuar o absurdo ou promover a Graça. (Jean Yves Leloup)

* O Blog tem o mesmo nome do livro autobiográfico de Jean Yves Leloup, e é uma forma de homenagear a quem muito tem me ensinado em seus retiros, seminários e workshops *

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Aqui eu reúno pensamentos meus
e de outras pessoas com quem sinto afinidade de idéias e ideais.


"Vamos precisar de todo mundo
pra banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova
vamos precisar de muito amor...

Vamos precisar de todo mundo,
um mais um é sempre mais que dois
Pra melhor juntar as nossas forças
é só repartir melhor o pão...

Deixa nascer o amor/Deixa fluir o amor
Deixa crescer o amor/Deixa viver o amor

O sal da terra,..." (
Beto Guedes)

20 de dezembro de 2009

“Jesuses” cotidianos

J. RIcardo A. de Oliveira
.
No alto de um morro,
em meio a favela,
num barracão qualquer,
ele chegou.

Não houve hospital.
Nem médico,
nenhum luxo,
nasceu quase no lixo.
De uma negra sofrida
De nome Maria,
Que como tantas Marias,
De ventre crescido,
sofrendo e sorrindo,
mesmo faminta ela ria
Para o reizinho que vinha.

Uma estrela brilhou,
No silencio,
Um choro se ouviu
E, apesar de tanta dor,
Maria era feliz.

No alto de um morro
Uma estrela a brilhar,
No Brasil
Num qualquer lugar
Esquecido ficou,
E como sempre acontece,
com os milagres de vida
Ninguém noticiou!

Mas naquele dia,
Quando aquela estela brilhou
Algo muito importante,
No quase silencio ocorreueu.
É que o negro menino
De Maria sem homem,
Lavadeira com fome,
Era pobre
E,
Mais que projeto de homem,

Era um Deus.

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