Absurdo e graça!

.Na vida hoje caminhamos entre uma fome que condena ao sofrimento uma enorme parcela da humanidade
e uma tecnologia moderníssima que garante um padrão de conforto e bem estar nunca antes imaginado.
Um bilhão de seres humanos estão abaixo da linha da pobreza, na mais absoluta miséria, passam FOME !
Com a tecnologia que foi inventada seria possível produzir alimentos e acabar com TODA a fome no mundo,
não fossem os interesses de alguns grupos detentores da tecnologia e do poder.

"Para mim, o absurdo e a graça não estão mais separados.
Dizer que "tudo é absurdo" ou dizer que "tudo é graça "
é igualmente mentir ou trapacear...
Como morrer e ressuscitar, o absurdo e a graça são só dois lados da mesma moeda."
"Hoje a graça e o absurdo caminham, em mim lado a lado,
não mais estranhos,
mas estranhamente amigos"
A cada dia,nas situações que se nos apresentam podemos decidir entre perpetuar o absurdo ou promover a Graça. (Jean Yves Leloup)

* O Blog tem o mesmo nome do livro autobiográfico de Jean Yves Leloup, e é uma forma de homenagear a quem muito tem me ensinado em seus retiros, seminários e workshops *

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Aqui eu reúno pensamentos meus
e de outras pessoas com quem sinto afinidade de idéias e ideais.


"Vamos precisar de todo mundo
pra banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova
vamos precisar de muito amor...

Vamos precisar de todo mundo,
um mais um é sempre mais que dois
Pra melhor juntar as nossas forças
é só repartir melhor o pão...

Deixa nascer o amor/Deixa fluir o amor
Deixa crescer o amor/Deixa viver o amor

O sal da terra,..." (
Beto Guedes)

12 de maio de 2010

Enfim, parece que estamos indo pelo caminho certo.


Igreja tem de reconhecer "terrível verdade" dos abusos, diz papa


'Igreja
REUTERS
LISBOA (Reuters) - O papa Bento 16 disse na terça-feira que a crise de abusos sexuais contra crianças cometidos por padres devem fazer a Igreja reconhecer a "terrível" verdade de que essa grande ameaça não vem de inimigos externos, mas do "pecado dentro da Igreja".
"Hoje nós vemos de uma forma verdadeiramente terrível que a grande opressão da Igreja não vem de inimigos externos, mas nasce do pecado dentro da Igreja", disse ele a jornalistas no avião que o leva para Portugal ao responder uma pergunta sobre os escândalos de abusos sexuais cometidos por padres.

Papa diz que pedofilia mostra que maior inimigo está dentro da Igreja

Juan Lara.
Lisboa, 11 mai (EFE).- O papa usou palavras duras para falar dos casos de pedofilia na Igreja Católica e disse que o "perdão não substitui à justiça" e que estes escândalos evidenciam que a "maior ameaça para a Igreja não vem de fora, de inimigos externos, mas de seu interior".
A caminho de Lisboa, de onde parte para Fátima, o papa Ratzinger foi questionado se os sofrimentos da Igreja devido aos escândalos dos clérigos pedófilos podem ser enquadrados nessa visão - o papa chama a cidade de Fátima de "Terra da Santa Maria", devido ao terceiro segredo de Fátima.
O Pontífice disse que a mensagem de Nossa Senhora de 1917 se relaciona com o atentado a João Paulo II na Praça de São Pedro do Vaticano em 1981 e os sofrimentos da Igreja e que a "novidade" que se pode descobrir agora, dez anos após sua publicação, é que a mensagem é para todo o mundo, para todos os papas que fazem parte da Igreja.
Segundo o papa teólogo, a mensagem de Fátima tem uma validade eterna e se refere aos sofrimentos da Igreja em todos os tempos.
"O Senhor nos disse que a Igreja sempre sofrerá, embora de maneira diferente, até o fim do mundo. Por isso, a mensagem chama à conversão permanente, à penitência e às virtudes da fé, esperança e caridade", disse.
"A novidade que podemos descobrir nesta mensagem é que não só ataca o papa e à Igreja. O sofrimento da Igreja vem de seu interior, dos pecados que existem nela. Já se sabia, mas hoje o vemos de um modo realmente aterrorizante", disse o Pontífice.
Nestas palavras os observadores vaticanos viram, além de uma condenação aos casos dos padres pedófilos, uma dura crítica aqueles que os encobrem.
Ratzinger, que declarou "tolerância zero" contra a pedofilia, acrescentou que "a maior perseguição" da Igreja não vem de inimigos de fora, "nasce do pecado da Igreja". "A Igreja tem uma profunda necessidade de voltar a aprender a penitência, de aceitar a purificação, de aprender o perdão, mas também a necessidade de justiça, já que o perdão não substitui à justiça", assegurou.
O Bispo de Roma afirmou que, embora "o mal ataque", o bem sempre está presente, Cristo é mais forte que o mal e a bondade de Deus tem a última palavra na história.
Já em Lisboa, o papa se referiu às relações igreja-estado e disse que a Igreja está "aberta" a colaborar "com quem não a marginalize nem pretenda reduzi-la à esfera privada".
"Não se trata de um confronto entre um sistema laico e religioso", assegurou Bento XVI, que se apresentou como "um peregrino" rumo a Fátima, santuário muito próximo a Paulo VI, que o visitou em 1967, e João Paulo II, que foi lá em três ocasiões.
O presidente português, Aníbal Cavaco Silva, se referiu em suas palavras de boas vindas às raízes cristãs do país, em que 88,3% da população se declara católica, e disse que, nestes tempos de crise, os povos precisam de uma mensagem de esperança, que é o lema da viagem papal.
Uma multidão de cerca de 200 mil pessoas o recebeu no meio da tarde na praça do Comércio.
Amanhã, o papa se reunirá com os ministros da cultura portuguesa, ato que deve contar com o diretor de cinema Manoel de Oliveira, de 101 anos, e com o primeiro-ministro, José Sócrates.
Depois partirá para Fátima, a 120 quilômetros de Lisboa, onde na véspera do dia 13 de maio, dia da primeira das seis aparições de Nossa Senhora, visitará a Capela das Aparições, realizará as vésperas com sacerdotes, presidirá a procissão das tochas na esplanada do santuário e recitará o Rosário. EFE
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