Absurdo e graça!

.Na vida hoje caminhamos entre uma fome que condena ao sofrimento uma enorme parcela da humanidade
e uma tecnologia moderníssima que garante um padrão de conforto e bem estar nunca antes imaginado.
Um bilhão de seres humanos estão abaixo da linha da pobreza, na mais absoluta miséria, passam FOME !
Com a tecnologia que foi inventada seria possível produzir alimentos e acabar com TODA a fome no mundo,
não fossem os interesses de alguns grupos detentores da tecnologia e do poder.

"Para mim, o absurdo e a graça não estão mais separados.
Dizer que "tudo é absurdo" ou dizer que "tudo é graça "
é igualmente mentir ou trapacear...
Como morrer e ressuscitar, o absurdo e a graça são só dois lados da mesma moeda."
"Hoje a graça e o absurdo caminham, em mim lado a lado,
não mais estranhos,
mas estranhamente amigos"
A cada dia,nas situações que se nos apresentam podemos decidir entre perpetuar o absurdo ou promover a Graça. (Jean Yves Leloup)

* O Blog tem o mesmo nome do livro autobiográfico de Jean Yves Leloup, e é uma forma de homenagear a quem muito tem me ensinado em seus retiros, seminários e workshops *

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Aqui eu reúno pensamentos meus
e de outras pessoas com quem sinto afinidade de idéias e ideais.


"Vamos precisar de todo mundo
pra banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova
vamos precisar de muito amor...

Vamos precisar de todo mundo,
um mais um é sempre mais que dois
Pra melhor juntar as nossas forças
é só repartir melhor o pão...

Deixa nascer o amor/Deixa fluir o amor
Deixa crescer o amor/Deixa viver o amor

O sal da terra,..." (
Beto Guedes)

11 de novembro de 2011

Dia 11 de Novembro de 2011 - 11:11:11

¨
Eram 11h e 11 minutos do dia 11 de novembro de 2011. sentei com a intenção de fazer uma oração e meditar pela Paz e por nosso mundo que anda tão conturbado. Coloquei um CD com alguns mantras em aramaico da Academia para a Ciencia Futura e ouvi:

El el el helion, El el el helion, El el el helion...que é o canto de todos os filhos e filhas da Luz.

Aquietei-me e fui repetindo o mantra do peregrino russo:

Não sei dizer como, nem quando fui transportado e ví uma multidão de anjos em coro que cantava: El el el helion, El el el helion, El el el helion... eram tantos  que tomavam todo o espaço.
A cada momento aumentava o número de seres, muitos cheios de Luz outros nem tanto, mas todos com semblantes luminosos e uma expressão de felicidade e expectativa.

Em dado momento uma voz ao mesmo tempo grave e suave entoou:
Avunan d'bishmaya ...  Pai nosso que estás no céu..
 e todos continuaram a uma só voz :

Yeticadash sh'mach
Tite malcutach
Yehie sevionach
Heicama d'bishmaya af bar'a
Hab lan lachma
D'sunchanan yaomana
U'ashvuk lan hoveinan
Heicama d'af enan
Shbaknan lichayoveinan
Ula T'ilan linissiuna
Ela patsian min bishta
Mitul dilach'hi malcuta
U'cheila u'teshbuchta
L'alam almin
Amiyn

Ao final todos cantaram haleluias demoradamente até que um ser fulgurante, tendo uma espada nas mãos surgiu e o coro numa alegria contagiante cantou:
 Michae...el, Michae...el, Michae..el.
O grande Ser  desembainhou sua espada de luz azul cintilante e, de costas para a multidão de anjos, puxou um canto que dizia:
El Shaddai , El Shaddai, Ammi  el Shaddai, El Shaddai... ( Salve o Deus todo poderoso)

O espaço a sua frente abriu-se e deixou transparecer como que uma grande estrada larga, ladeada por muitas flores e que seguia até se perder de vista e todos começaram então a entoar um mantra que dizia:
Yod He, Vo He , Yod He, Vo He, Yod He, Vo, He Yod He, Vo He... ( nome de Deus segundo a tradição hebraica)
Em dado momento surge ao longe uma figura, e ao mesmo tempo, como um contra-canto, um grande grupo começa a cantar:
Kadoish, Kadoish, Kadoish , Adonai ‘Tsebayoth,  Kadoish, Kadoish, Kadoish , Adonai ‘Tsebayoth...
Santo! Santo! Santo é o senhor, Deus das hostes ...

O efeito que esse canto celestial produzia era de uma paz indescritível e de uma sensação de alegria sem fim e o coro não parava de cantar e aos poucos pode-se divisar vindo pelo caminho, a figura de  Jesus acompanhado de algumas mulheres, dos apóstolos e uma grande quantidade de seres espirituais que  formavam como que uma multidão de seres de muita Luz.
A claridade era tão intensa que inundava todo o espaço, a ponto de quase não ser possível permanecer com os olhos abertos.

Kadoish, Kadoish, Kadoish , Adonai ‘Tsebayoth, 
Kadoish, Kadoish, Kadoish , Adonai ‘Tsebayoth...

Santo! Santo! Santo é o senhor, Deus das hostes ...

De pé, tendo um cajado nas mãos, com um semblante que irradiava paz, ternura e alegria Ele ergueu o braço e todos silenciaram.
No silencio pode-se ouvir dentro do coração de cada um a voz do mestre:

Ehyeh Asher Ehyeh !  Eu sou o que sou !

Shalom !
Ouví todos hoje é o dia, e como em Nazaré, relembrando a profecia de Isaías eu repito:

“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu; e me enviou para anunciar a boa nova aos pobres. Para sarar os contritos de coração, para anunciar aos cativos a redenção, aos cegos a restauração da vista, para por em liberdade os cativos, para publicar o ano da graça do Senhor.”

E eu tenho a dizer a vocês que estão aqui hoje, e a todos os que vivem sobre o planeta azul, que chegou a hora, soou a trombeta. Perseverai com orações e com uma boa conduta diante dos seus. E logo o meu tempo estará cumprido e minha volta, como prometida acontecerá.
Não tenham medo, eu repito, eu sempre estarei com todos vocês, eu não desisto de nenhuma das ovelhas que me Pai me confiou, mesmo que elas desistam de mim eu velarei por elas até quando quiserem voltar ao caminho da Luz.
 Uma nova morada, um “purgatório” onde não mais será preciso purgar ou expiar, mas sim regenerar, reaprender, os que chegam das batalhas na carne, uma das muitas moradas de meu pai.

Aos operários da Luz, aos trabalhadores da Paz, aprendizes do amor incondicional, digo que é chegada a hora da recompensa, mas muito trabalho ainda terão na construção do Reino do Pai e na orientação dos que ainda ficarem no caminho do aprendizado.
Os operários da construção do reino, os verdadeiros herdeiros da minha missão na Terra estarão incumbidos de ensinar aos que ficarem ainda perdidos pelo caminho do erro e do culto ao Ego.

Não tenham pressa, quando se tem por dimensão a eternidade uma vida é como um minuto, e a pressa pode significar muitos dissabores e atrasos na conclusão da jornada.

Não esqueçam o caminho se faz ao andar e o sucesso da jornada está no cumprimento do meu único mandamento: Amar como eu vos amo.
Não esperem nada pronto, tudo absolutamente tudo precisa ser contruído, edificado com abnegação e esforço. Não há glória sem esforço nem recompensa gratuita no reino de meu pai. Nem mesmo Eu, seu filho amado ganhei a Glória sem passar pela prova e pelo esforço de construir minha própria  libertação da matéria.

Para isso dispam-se de seus velhos rótulos, busquem na diversidade o que lhes é comum e saibam que o espírito que vive em seus corações, a chama ardente que aquece, ilumina e santifica as suas vidas, brilha e refulge na alegria, na harmonia e na perseverança da justiça que conduz à Paz. E que também  ela enfraquece e quase se apaga diante do egoísmo, do ressentimento, do autoritarismo e da desarmonia.

Orai sem cessar, não com repetições vãs, mas mantendo-se na minha presença, seja em silêncio, ou nas atividades do dia.
Lembrem-se sempre de quem lhes deu a vida, sejam gratos a quem lhes proporcionou a chegada na terra da matéria e não esqueçam de que todos na humanidade, sem excessão, são seus irmãos e irmãs.
Aproveitem, não esqueçam do que antes lhes disse,  que se batessem à porta, esta se abriria. Hoje eu digo: a porta está aberta e não é mais necessário bater, vistam-se adequadamente e venham para as bodas do cordeiro, todos estão convidados, sem excessões, basta que aceitem o convite. Vistam-se adequadamente com as vestes purificadas no exercício da justiça, da Paz, do Amor e da Harmonia.
Eu mais uma vez prometo: estarei sempre com todos vocês até a consumação dos tempos.

Shalom !

E levantando os braços enviou sobre todos a sua benção.
Um perfume de rosas envolveu todo o espaço e ele lentamente voltou, levando junto consigo uma multidão  de seres, alguns muito iluminados e outros nem tanto.

Senti-me então de volta com um sentimento de profunfa paz e sem saber se havia sonhado ou vivenciado toda esta maravilhosa experiência.