Não foi o sacerdote quem parou para ajudar e muito menos o Levita, que era a tribo dos auxiliares dos sacerdotes, aqueles que ajudavam no Templo. Ele escolheu um "Samaritano" para ensinar como ajudar ao próximo. Mas quem eram os Samaritanos na época de Jesus? Samaritanos eram odiados pelos judeus, tidos como hereges, pagãos, impuros. É bom que se saiba que se fosse em nossos dias os Samaritanos poderiam ser Petistas, para os coxinhas e vice versa. Umbandistas ou Candomblecistas, para evangélicos e católicos fundamentalistas. Gays, para os homofóbicos. Ou qualquer tipo de gente que um grupo costume rechaçar ou excluir por preconceito. É preciso ligar essa parábola aos ensinamentos de Jesus que pedia para AMAR os inimigos. Jesus via a todos como irmãos, mesmo aqueles que ele fazia questão de reprovar, ele tudo o por amor, para que enxergando a verdade se reconciliassem com o projeto do Reino. Por isso não nos cabe escolher quem são nossos próximos, que "tipo de gente" ajudar. A ordem é AMAR indiscriminadamente. Amar como ele amou, ama e amará eternamente a cada um de nós.
O absurdo e a Graça
Na vida hoje caminhamos entre uma fome que condena ao sofrimento uma enorme parcela da humanidade e uma tecnologia moderníssima que garante um padrão de conforto e bem estar nunca antes imaginado. Um bilhão de seres humanos estão abaixo da linha da pobreza, na mais absoluta miséria, passam FOME ! Com a tecnologia que foi inventada seria possível produzir alimentos e acabar com TODA a fome no mundo, não fossem os interesses de alguns grupos detentores da tecnologia e do poder. "Para mim, o absurdo e a graça não estão mais separados. Dizer que "tudo é absurdo" ou dizer que "tudo é graça " é igualmente mentir ou trapacear... "Hoje a graça e o absurdo caminham, em mim lado a lado, não mais estranhos, mas estranhamente amigos" A cada dia, nas situações que se nos apresentam podemos decidir entre perpetuar o absurdo, ou promover a Graça. (Jean Yves Leloup) * O Blog tem o mesmo nome do livro autobiográfico de Jean Yves Leloup, e é uma forma de homenagear a quem muito tem me ensinado em seus livros retiros, seminários e workshops *
10 de julho de 2017
Parábola do Samaritano.
Não foi o sacerdote quem parou para ajudar e muito menos o Levita, que era a tribo dos auxiliares dos sacerdotes, aqueles que ajudavam no Templo. Ele escolheu um "Samaritano" para ensinar como ajudar ao próximo. Mas quem eram os Samaritanos na época de Jesus? Samaritanos eram odiados pelos judeus, tidos como hereges, pagãos, impuros. É bom que se saiba que se fosse em nossos dias os Samaritanos poderiam ser Petistas, para os coxinhas e vice versa. Umbandistas ou Candomblecistas, para evangélicos e católicos fundamentalistas. Gays, para os homofóbicos. Ou qualquer tipo de gente que um grupo costume rechaçar ou excluir por preconceito. É preciso ligar essa parábola aos ensinamentos de Jesus que pedia para AMAR os inimigos. Jesus via a todos como irmãos, mesmo aqueles que ele fazia questão de reprovar, ele tudo o por amor, para que enxergando a verdade se reconciliassem com o projeto do Reino. Por isso não nos cabe escolher quem são nossos próximos, que "tipo de gente" ajudar. A ordem é AMAR indiscriminadamente. Amar como ele amou, ama e amará eternamente a cada um de nós.
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sobre SER CRISTÃO
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
29 de junho de 2017
29 de Junho - Apóstolo Pedro
Hoje 29 de junho , dia dedicado a Pedro, o apóstolo com quem mais simpatizo.
O mais impulsivo dos companheiros de Jesus, e que por muito amar era capaz de pensar poder ir até onde suas forças humanas não lhe permitiam.
Perdeu a cabeça ferindo o soldado, negou três vezes seu mestre, pescava nú, não teve fé suficiente para andar sobre as águas, não queria permitir que Jesus lavasse seus pés...
Tão humano que poderia ser qualquer um de nós. Mas foi a ele que o mestre escolheu como referência.
Pedro Tú és céfas!
Tu és como uma pedra, um cabeça dura, fruto de tua humanidade simples e pura, mas é sobre essa aparente dureza, cheia de verdade, simplicidade e amor que quero edificar o meu projeto. Pedro, tu és pedra, e é sobre esta pedra que quero iniciar o meu rebanho.
O mais impulsivo dos companheiros de Jesus, e que por muito amar era capaz de pensar poder ir até onde suas forças humanas não lhe permitiam.
Perdeu a cabeça ferindo o soldado, negou três vezes seu mestre, pescava nú, não teve fé suficiente para andar sobre as águas, não queria permitir que Jesus lavasse seus pés...
Tão humano que poderia ser qualquer um de nós. Mas foi a ele que o mestre escolheu como referência.
Pedro Tú és céfas!
Tu és como uma pedra, um cabeça dura, fruto de tua humanidade simples e pura, mas é sobre essa aparente dureza, cheia de verdade, simplicidade e amor que quero edificar o meu projeto. Pedro, tu és pedra, e é sobre esta pedra que quero iniciar o meu rebanho.
Você Pedro é onoisso maior incentivo, é o sinal de que o mestre não se importa com nossa frágil humanidade e sim com nossa capacidade de rever os passos incertos e retornar ao verdadeiro caminho do amor e da luta pela libertação.
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Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
27 de junho de 2017
Mãe do Perpétuo Socorro
27 de junho: Maria, Mãe do Perpétuo Socorro.
Muitos autores afirmam que o primeiro Ícone de NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO
SOCORRO foi pintado em madeira por São Lucas, no século I, na época em que a
VIRGEM MARIA morava em Jerusalém. Revela a tradição que Ela com o MENINO JESUS
aos braços viu a pintura e apreciou muito, abençoando o artista e o seu
trabalho.
Quando Lucas completou o Ícone, é tradição que ele deu de presente ao seu amigo pessoal e patrono Teófilo, e viajou em companhia de São Paulo, no prosseguimento do trabalho de evangelização.
Consta ainda de informações antigas, que em meados do século V, o Ícone da VIRGEM foi encontrado no Império Bizantino. Santa Pulquéria, que era Rainha e governava o país, ergueu um Santuário em honra da VIRGEM MARIA em Constantinopla, e segundo fontes fidedignas, aquele Ícone permaneceu lá por muitos anos, onde nossa MÃE SANTÍSSIMA era venerada por milhares de cristãos: reis, imperadores, santos e pecadores, homens, mulheres e crianças, ricos e pobres, e sobre todos derramava, uma quantidade incontável de graças, milagres e benefícios. Também neste período, se tem conhecimento de que já existia pelo menos uma copia do original, que se encontrava no salão imperial de audiências da Rainha em Constantinopla.
Quando Lucas completou o Ícone, é tradição que ele deu de presente ao seu amigo pessoal e patrono Teófilo, e viajou em companhia de São Paulo, no prosseguimento do trabalho de evangelização.
Consta ainda de informações antigas, que em meados do século V, o Ícone da VIRGEM foi encontrado no Império Bizantino. Santa Pulquéria, que era Rainha e governava o país, ergueu um Santuário em honra da VIRGEM MARIA em Constantinopla, e segundo fontes fidedignas, aquele Ícone permaneceu lá por muitos anos, onde nossa MÃE SANTÍSSIMA era venerada por milhares de cristãos: reis, imperadores, santos e pecadores, homens, mulheres e crianças, ricos e pobres, e sobre todos derramava, uma quantidade incontável de graças, milagres e benefícios. Também neste período, se tem conhecimento de que já existia pelo menos uma copia do original, que se encontrava no salão imperial de audiências da Rainha em Constantinopla.
Por outro lado, desde longa data, a arte sempre foi influenciada pela
religiosidade popular, e mais especificamente nos séculos XII e XIII, com muito
fervor foi colocada em grande evidência a Natureza Humana de JESUS, sendo
divulgados com frequência os sofrimentos da Paixão, o Drama do Calvário do
SENHOR e as Dores de NOSSA SENHORA. Aqueles fatos tristes e terríveis
centralizavam a devoção das pessoas, que pelo cultivo deles, revelavam a
grandeza de seu piedoso amor e carinho a JESUS e a VIRGEM MARIA. Neste sentido,
dois grandes Santos da época contribuíram exercendo uma forte influência com
suas pregações, para que existisse de fato um acentuado exercício da devoção
aos sofrimentos do SENHOR: foram São Bernardo de Claraval e São Francisco de
Assis.
E esta ênfase foi sentida principalmente no Oriente, através da obra
evangelizadora dos Padres Franciscanos. E desta realidade, resultou o
aparecimento de uma manifestação artística denominada “Kardiotissa”,
derivada da palavra grega (kardia ou kardio, que significa coração). Assim, a
denominação artística “Kardiotissa” ou “Kariotissa”significava
(revelar misericórdia e piedade, mostrar um sentimento de compaixão). Então,
esta corrente de pintores colocava as imagens sacras de seus quadros,
expressando algum tipo de dor e sofrimento em relação à Paixão do SENHOR.
Historicamente fomos encontrar informações fidedignas relacionadas à
pintura de São Lucas, somente a partir desta época, e mais precisamente no ano
1207, num despacho do Papa Inocêncio III, em face da admirável quantidade de
milagres que NOSSO SENHOR realizava, pela intercessão da sua MÃE, representada
numa pintura em madeira, com o MENINO JESUS ao colo, que afirmavam ser a
pintura de São Lucas. Sua Santidade o Papa declarou que “verdadeiramente a
alma de MARIA parecia se encontrar na imagem, uma vez que era tão bonita e tão
milagrosa”.
Segundo afirma a tradição, São Lucas era grego, da mesma maneira que os
seus pais. Assim o estilo bizantino originário daquela região, estava por assim
dizer, no seu sangue. Então, nos séculos XII, XIII e XIV, os pintores fizeram
diversas cópias em madeira e tela, criando o Ícone de NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO
SOCORRO, procurando mesclar o estilo bizantino de Bizâncio, com aquela nova
manifestação artística, buscando colocar expressões de sofrimento, dor e
expectativa, nas faces da VIRGEM MARIA e do MENINO DEUS.
Importante, todavia, era que o poder da graça Divina continuava
operando de maneira notável naqueles Ícones benzidos e consagrados, que se
tornaram verdadeiros intercessores milagrosos. A VIRGEM MÃE DE DEUS continuou
vivendo naquelas imagens, ajudando, socorrendo as necessidades das pessoas,
protegendo, inspirando, e estimulando todos os seus filhos que buscavam a
ternura de seu inefável afeto e tão querido amor.
Entretanto o Ícone original desapareceu misteriosamente. A tradição
comenta que foi durante o cerco de Constantinopla.
A conquista da capital bizantina pelo Império Otomano, no dia 29 de
Maio de 1453, causou o desaparecimento de diversas relíquias cristãs, de valor
inestimável. Descreve a tradição que na véspera da queda da Cidade, durante o
reboliço vivido pela multidão, cada pessoa se movimentava articulando alguma
providência para escapar do cerco turco. À noite alguém se apossou do Ícone da
VIRGEM e da Coroa Imperial, dos quais, nunca mais se teve qualquer notícia!
Este fato nos faz presente, que a passagem dos séculos não alterou e
nem modificou o comportamento e a dedicação de MARIA em relação a humanidade,
Ela continua demonstrado o mesmo carinho, a preciosa atenção e o perpétuo
auxílio, através do Ícone pintado por São Lucas, assim como de todos os outros
Ícones cópias e imagens, que visam, sobretudo, fazer com que Ela, a MÃE DE
DEUS, seja mais conhecida e amada pelos seus filhos.
Assim o Ícone (“eikon”, palavra grega cuja tradução é imagem) de NOSSA
SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO que normalmente conhecemos, é desse tipo:
tradicional bizantino ligeiramente modificado pelo medieval
estilo “Kardiotissa”. Nele observamos a VIRGEM MARIA segurando o MENINO
JESUS aos braços, e ELE, com uma expressão de expectativa um pouco assustado,
segurando fortemente com as duas pequenas mãos, o polegar direito de sua MÃE, e
olhando na direção do Arcanjo Gabriel. O Arcanjo Gabriel está com a Cruz da
Redenção e a esquerda da VIRGEM MARIA, está o Arcanjo São Miguel com os
instrumentos da Paixão do SENHOR: a lança, o cravo de ferro, balde e a cana
(vara de hissopo) com a esponja molhada no vinagre (conforme Jo 19, 29). Como
uma criança assustada diante daqueles terríveis instrumentos de Sua Paixão, ELE
deve ter se movimentado nos braços da MÃE e involuntariamente soltado de seu pé
direito a sandália, que está dependurada. A face de NOSSA SENHORA é séria e
triste, olhando em nossa direção, nos mostrando o seu pequenino e amoroso
FILHO, e ao redor, os instrumentos da sua abominável flagelação e crucificação,
suscitando nossa piedade e devoção, e nos convidando a lembrar sempre os
motivos do sofrimento e das dores de JESUS para Redimir a Humanidade de todas
as gerações.
A Ilha de Creta na Grécia era uma possessão veneziana (Monarquia de
Veneza na Itália) desde 1204. Pela facilidade de transporte e comunicação com a
Europa, era o centro dominador da produção e distribuição de mercadorias entre
o Oriente e o Ocidente.
No século XV, por volta do ano 1498, havia um Ícone muito bonito de
NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO numa Igreja na Ilha de Creta, que desde algum
tempo vinha atraindo frequentadores e causando emoção pelos milagres de DEUS
que aconteciam em face das orações, preces e suplicas do povo à MÃE DE DEUS na
presença intercessora daquela imagem. Inclusive pessoas com elevada posição
social afirmavam que aquele Ícone era o original pintado por São Lucas.
Ele já estava naquela Igreja há algum tempo e era conhecido e venerado
por todas as pessoas. Um dia, um comerciante local, com sérios problemas
financeiros, com planos de viajar para a Itália, roubou a imagem e a levou
consigo num navio.
Por causa das embarcações não serem suficientemente resistentes, o
percurso marítimo era margeando a costa do continente. Entretanto, já distante
de Creta, se formou uma grande tempestade, e os marinheiros apavorados
imploraram a misericórdia de DEUS, pedindo a NOSSA SENHORA que intercedesse por
eles para salvar a embarcação e suas vidas. Suas preces foram ouvidas e eles
foram salvos do naufrágio, sem saberem que dentro da embarcação existia uma
cópia ou o original, do Ícone da VIRGEM DO PERPÉTUO SOCORRO.
O grego raptor da Imagem desembarcou em Veneza, e trabalhou durante um
ano na cidade, quando decidiu mudar para Roma. A imagem seguia com ele, muito
bem protegida. Instalado na Cidade Eterna há mais de quatro anos, em face do
excesso de trabalho, pegou uma séria enfermidade, que se agravou na sequência
dos meses.
Entre as amizades que formou, tinha um amigo especial, também grego
como ele, que lá residia há mais de dez anos e inclusive tinha esposa e uma
filha. O raptor sabendo que seu estado de saúde não era bom abriu o
coração e narrou ao amigo, à audaciosa aventura de sua vida: “Alguns anos
passados, eu roubei um quadro com uma bela imagem da MADONNA na Igreja de
Creta! Não era para vender. Estava atravessando uma fase infeliz nos negócios e
queria uma proteção pessoal, a fim de ter coragem para me aventurar e desbravar
outros horizontes. Não sou um fervoroso religioso, mas só de olhar a imagem,
sempre senti crescer uma poderosa força dentro de mim. Por isso, agora doente,
no fim da vida, peço levá-la a uma Igreja, e, por favor, descreva este fato
apresentando as minhas desculpas. Eu lhe imploro que a imagem seja colocada
numa Igreja onde o povo possa visitá-la e honrá-la”.
Assim que ele faleceu, o amigo encontrou o quadro e o levou para sua
casa, a fim de mostrá-lo a sua esposa e juntos, escolherem a Igreja, aonde
deveriam conduzi-lo. Mas, ao ver a imagem, a esposa ficou admirada e naquele
primeiro momento não quis levar o Ícone da VIRGEM para uma Igreja. Na verdade,
o casal não era muito religioso, rezavam às vezes, mas nunca seguidamente, por
que também nada conhecia da obra de JESUS e da incomensurável grandeza do Amor
Divino.
Aquele quadro foi colocado na parede da sala de refeições, e numa
posição tão estratégica, que ao passar diante dele, ou estando à mesa
durante as refeições, involuntariamente o olhar descansava na beleza invulgar e
profunda da MÃE DE DEUS. E assim, o casal adquiriu a delicadeza de olhar a
imagem da VIRGEM, sempre que se assentava a mesa. Como primeira manifestação, o
casal começou a se persignar diante da imagem antes das refeições. Depois se
acostumaram a trocar algumas palavras diante da Imagem, como se a colocassem
participando do assunto. E às vezes, em silêncio, deixavam o coração falar...
No silêncio da voz o ouvido do coração se abria com mais nitidez a resposta do
SENHOR. Outras vezes, confiantemente suplicavam a VIRGEM pedindo a Divina
proteção no trabalho, para vencer as dificuldades do cotidiano,
conservando-lhes a boa saúde para a continuidade da caminhada existencial.
Certo dia, oito meses após a morte do amigo, junto ao Ícone da VIRGEM,
o casal conversava e trocava idéias, sobre a necessidade de ser cumprida a
vontade do falecido, como condição primordial, para se conseguir uma necessária
paz interior e também, a amizade de NOSSA SENHORA. Eles já estavam frequentando
a Igreja com mais pontualidade e até faziam algumas orações. Por esse motivo,
naquele momento, contritos e decididos diante da Imagem da VIRGEM, receberam
uma “Luz”, que entenderam ser o desejo de NOSSA SENHORA, que o quadro
fosse colocado numa Igreja situada entre a Basílica de Santa Maria Maggiore e a
Basílica de São João de Latrão.
Naquele mesmo dia 27 de Março de 1499, a imagem foi levada para a
Igreja de São Mateus Apóstolo, no Monte Esquilino, uma das sete colinas de
Roma, que estava situada entre a Basílica de Santa Maria Maggiore e a Basílica
de São João de Latrão. Foi colocada entre duas lindas colunas de mármore preto
de Carrara, logo acima de um magnífico altar de mármore branco.
E se constituiu numa maravilha, durante três séculos, desde 1499 até
1798, a Igreja de São Mateus, foi uma das mais procuradas pelos peregrinos que
visitavam Roma, porque queriam rezar diante da imagem milagrosa de NOSSA
SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO.
Entretanto, em 1796/1797, o exército francês sob o comando de Napoleão
Bonaparte invadiu os Estados Pontifícios. Roma ficou diante da terrível ameaça
do inimigo, a tal ponto que o Papa Pio VI, foi forçado a assinar um Tratado de
Paz, o Tratado de Tolentino, em 17 de Fevereiro de 1797.
Todavia, um ano após a assinatura do Tratado, o general francês Louis
Alexandre Berthier marchou sobre Roma e proclamou a "República Romana
Livre". Ele mentiu, dizendo que não havia liberdade e que o povo
estava escravizado. Mas na realidade, o pretexto da quebra do Tratado de Paz
foi justamente o assassinato de um general da embaixada francesa em Roma, de
nome Mathurin Léonard Duphot, num tumulto popular provocado por revolucionários
franceses e italianos no dia 28 de Dezembro de 1797. E por esse motivo, pelo
fato de ter mentido e ser muito autoritário, pouco depois, Berthier foi
substituído pelo general francês André Masséna.
Em 03 de junho de 1798, o General André Masséna querendo espaço para
instalações militares e administrativas na cidade, ordenou que trinta Igrejas
fossem destruídas! Uma delas foi a Igreja do Apóstolo São Mateus, onde estava o
Ícone da VIRGEM! Foram dias difíceis para os cristãos e as Ordens Religiosas. E
como também o Mosteiro Agostiniano estava na relação e foi destruído, os Padres
foram autorizados a retornar a Irlanda, a terra natal. Os monges se dividiram:
alguns voltaram para a Irlanda, outros ficaram na Igreja Matriz de Santo
Agostinho, em Roma e os demais, levaram o Ícone milagroso de NOSSA SENHORA e se
mudaram para o Mosteiro de Santo Eusébio, que era pobre e antigo, necessitando
de urgentes reparos e muita limpeza.
A imagem de NOSSA SENHORA ficou em Santo Eusébio durante 20 anos. O
local foi tratado e ampliado, mas eram poucos monges que viviam ali e o povo
quase não tinha acesso a imagem, e assim, também pelo fato de ser muito grande
para eles, em 1819, o Papa Pio VII, pediu aos jesuítas para assumirem Santo
Eusébio. O Santo Padre deu aos agostinianos a Igreja e o Mosteiro de Santa
Maria, em Posterula, do outro lado da cidade, para onde os monges levaram a
Imagem milagrosa da VIRGEM MARIA e a colocaram num lugar de honra na Capela do
Mosteiro.
Entre os agostinianos estava Frei Agostinho Orsetti que era muito
caprichoso e organizado, mantendo a sacristia e as imagens em Santa Maria, com
o maior rigor de limpeza. Também treinava os coroinhas, ensinando-lhes o
preparo e trabalho no Altar, durante a Santa Missa e primordialmente, o
posicionamento correto e digno, nas celebrações e solenidades religiosas. Um
dos coroinhas de nome Michael Marchi se tornou muito amigo do Frei Agostinho e
sempre estavam conversando. O Frei sempre lhe dizia: “Michael, observe bem
esta imagem. É um Ícone muito antigo. É a milagrosa VIRGEM MARIA que estava na
Igreja do Apóstolo São Mateus, única imagem nesta cidade. Muitas pessoas vinham
rezar diante dela e suplicar sua eficaz intercessão junto a DEUS. Lembre-se
sempre do que estou lhe dizendo”.
Em 1854, a Ordem dos Redentoristas foi fundada por Santo Afonso de
Ligório. Compraram uma área de terra no Monte Esquilino, no local chamado Villa
Caserta, que por uma coincidência toda especial, a tal área também abrangia o
local onde existiu a Igreja de São Mateus Apóstolo, onde o Ícone de NOSSA
SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO foi louvado e honrado por muitos cristãos.
Em 1855, Michael Marchi desejando se tornar sacerdote entrou na Ordem
Redentorista. Em 25 de março de 1857, fez os votos de pobreza, castidade e
obediência e continuou os seus estudos, sendo ordenado sacerdote no dia 2 de
outubro de 1859.
Um dia, quando a Comunidade estava no recreio, um Padre mencionou que
havia lido alguns livros antigos sobre uma Imagem milagrosa de NOSSA SENHORA,
que tinha sido venerada na antiga Igreja de São Mateus Apóstolo. Padre Michael
Marchi com alegria falou para todos: "Eu sei sobre o Ícone milagroso
da VIRGEM MARIA. Seu nome é NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO e ele pode ser
encontrado na Capela dos Padres Agostinianos, no Mosteiro de Santa Maria, em
Posterula. Eu vi a imagem muitas vezes durante os anos de 1850 e 1851 quando
ainda era um jovem estudante universitário e servi como coroinha, a Santa Missa
em sua Capela”.
Em 7 de Fevereiro de 1863, Francis Blosi, um Padre jesuíta durante uma
Santa Missa na Basílica de São João de Latrão, fez um sermão sobre a famosa
imagem de NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO. Ele descreveu a imagem da VIRGEM
MARIA, e disse: "Espero que alguém na multidão de fiéis que me ouve,
saiba onde a imagem está! Se assim for, por favor, diga a pessoa que mantém o
Ícone da MÃE DE DEUS escondido por setenta anos, que a VIRGEM ordenou ser este
quadro colocado numa Igreja entre as Basílicas de Santa Maria Maggiore e esta
Basílica onde estamos, de São João de Latrão. Esperemos que a pessoa se
arrependa de seu ato impensado e traga a Imagem para ser colocada no Monte
Esquilino, a fim de que todos os fiéis novamente possam honrá-la."
O sermão do Padre Blosi logo ficou conhecido dos Padres Redentoristas.
Sabendo que sua Igreja estava localizada próximo ao local da antiga Igreja de
São Mateus Apóstolo, apressaram-se em levar a notícia ao Padre Mauron, que era
o Superior Geral dos Redentoristas. Padre Mauron ouviu a notícia e sentiu uma
grande alegria, mas não teve pressa. Ele orou por quase três anos para conhecer
a Santa Vontade de DEUS, nesta importante questão.
Em 11 de dezembro de 1865, o Padre Mauron e o Padre Michael Marchi,
pediram uma audiência ao Papa Pio IX. Ansiosamente, os dois padres, descreveram
ao Papa, a história detalhada da imagem de NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO.
Eles relembraram inclusive, que a VIRGEM MARIA manifestou o desejo de que a Imagem
fosse colocada numa igreja entre as Basílicas de Santa Maria Maggiore e São
João de Latrão. Depois de ouvir toda a história, o Papa perguntou-lhes se
tinham colocado aquela solicitação por escrito. Padre Mauron entregou a Sua
Santidade, um documento que o Padre Marchi tinha escrito e assinado sob
juramento.
Sensibilizado com aquela narrativa e tendo o Santo Padre o Papa Pio IX,
um grande amor à VIRGEM MARIA, imediatamente pegou a folha de papel onde o
Padre Marchi tinha escrito o seu testemunho, e de próprio punho, escreveu uma
mensagem no verso do documento:
11 de Dezembro de 1865:
O Cardeal Prefeito vai convocar o Superior da pequena comunidade de
Santa Maria, em Posterula e lhe dirá que é nossa vontade que a Imagem de MARIA
SANTÍSSIMA, que esta petição trata, seja devolvida a Igreja situada entre São
João de Latrão e Santa Maria Maggiore. Todavia, o Superior da Congregação do
Santíssimo Redentor está obrigado a substituí-la por outra imagem adequada.
(assinado) O Papa Pio IX
O Papa falou e como é lógico, o caso foi encerrado. A MÃE DO PERPÉTUO
SOCORRO, logo estaria em casa, depois de quase 75 anos distante. Na madrugada
do dia 19 de Janeiro de 1866, Padre Michael Marchi e Padre Ernesto Bresciani
atravessou a cidade de Roma, indo até Santa Maria, em Posterula, para obter a
imagem sagrada.
Os agostinianos estavam tristes por ver a sua
amada MADONNA partir, mas eles se regozijaram que NOSSA SENHORA
voltasse a ser homenageada no lugar onde Ela desejava. Os monges agostinianos
quiseram uma cópia exata da imagem original, e isso lhes foi dado pouco tempo
depois, conforme a decisão do Santo Padre, o Papa.
Os Redentoristas de Santo Afonso esperaram alegremente pela chegada de
NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO e sentiram uma grande felicidade sabendo que
Ela ia permanecer definitivamente na sua Igreja. Mas, embora as cores do Ícone
ainda estivessem brilhantes, havia muitos buracos de pregos na parte posterior
do quadro. Um talentoso artista polonês, que viveu em Roma, foi convidado e
restaurou a imagem, cujo trabalho terminou no princípio do mês de Abril.
Dia 26 de abril de 1866, Festa de NOSSA SENHORA DO BOM CONSELHO, uma
grande procissão partiu do Mosteiro de Santo Afonso. Durante a procissão muitos
acontecimentos milagrosos foram relatados. Uma pobre mãe vendo que a procissão
se aproximava, pegou o seu filho de quatro anos de idade, que estava quase
morto na cama, com uma doença no cérebro, com febre constante nas últimas três
semanas, segurou firme a criança e levou-a até a janela. Quando a Imagem de
NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO passou ela gritou: "Ó boa Mãe, quer
curar o meu filho ou quer levá-lo consigo para o Paraíso?" Dentro de
poucos dias o menino ficou totalmente curado. Ele foi com sua mãe a Igreja de
Santo Afonso para acender uma vela de ação de graças no Santuário de NOSSA
SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO.
Em outra casa uma menina de oito anos, estava aleijada e desamparada,
desde a idade de quatro anos. Quando a procissão se aproximava e a Imagem
milagrosa de NOSSA SENHORA chegou perto, a mãe da criança ofereceu sua filhinha
à SANTÍSSIMA VIRGEM. De repente, a criança sentiu uma grande mudança, e
recuperou parcialmente o movimento de seus braços e das pernas. Ao ver isto, a
mãe ficou muito confiante de que NOSSA SENHORA ia de fato ajudar a menina. No dia
seguinte, logo pela manhã, levou a criança a Igreja de Santo Afonso e colocou-a
diante da imagem milagrosa de NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO. Olhando para a
Imagem, rezou: "Agora, ó minha Mãe MARIA, termine o trabalho que a
Senhora começou." Ela mal tinha acabado de dizer as palavras e de
repente à menina se levantou sobre seus pés, totalmente curada!
Na Igreja de Santo Afonso o Ícone da VIRGEM foi colocado no Altar mor.
A Igreja estava toda decorada e o Altar feericamente iluminado com grande
quantidade de velas. Terminada a procissão, foi celebrada uma solene Santa
Missa de ação de graças e, em seguida, o senhor Bispo concedeu a bênção com o
Santíssimo Sacramento.
No dia 05 de maio de 1866, o Papa fez uma visita pessoal ao Santuário
para conhecer e rezar diante do Ícone da VIRGEM MÃE.
Anos após, um novo Altar de mármore em estilo gótico foi construído
possuindo no centro superior uma magnífica decoração brilhante, com guarnição
em ouro. Quando tudo estava terminado, o Ícone da VIRGEM MARIA foi carinhosamente
colocado naquele lugar, onde se encontra até hoje. A primeira Santa Missa
celebrada no novo Altar do Santuário foi no dia 19 março de 1871, Festa de SÃO
JOSÉ.
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Maria
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Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
A devoção a Maria sempre foi uma devoção
especial de Sto Afonso Maria de Ligório e
o ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, desde que foi entregue à
guarda dos Redentoristas é a devoção mariana mais forte na congregação.
Segue abaixo a descrição do ìcone em seus detalhes.
Segue abaixo a descrição do ìcone em seus detalhes.
"Socorrei-nos ó Maria, dia e noite sem
cessar, os doentes e os aflitos, vinde vinde consolar,
Vosso olhar a nós volvei, vossos filhos protegei"
Vosso olhar a nós volvei, vossos filhos protegei"
Ícone foi pintado no estilo bizantino da
Igreja Oriental.
ivo desse estilo de arte não é mostrar uma
cena ou pessoas, mas transmitir uma bela mensagem espiritual.
Explicação do simbolismo do Ícone
1. Em grego as letras significam: Mãe de
Deus. 2. O quadro original foi coroado em 1867.
3. A estrela representa que Maria nos guia
até Jesus, guindo-nos no mar da vida até o porto da salvação.
4. Abreviação de Arcanjo São Miguel.
5. O Arcanjo São Miguel apresenta a lança,
a vara com a esponja e o cálice da amargura.
6. A boca de Maria guarda silêncio.
7. Túnica vermelha cor da realeza.
8. O Menino Jesus segura as mãos de Maria
que não segura as mãos do Menino Deus, permanecendo aberta
nos convidando a por as nossas mãos na sua, unindo-nos a
Jesus. Seus dedos apontam para seu Filho nos mostrando que
Ele é o caminho.
9. Abreviação de Arcanjo São Gabriel.
10. Maria olha diretamente para você, não
para Jesus, nem para o céu, nem para os anjos.
11. São Gabriel com a cruz e os cravos.
12. Abreviatura de Jesus Cristo em grego.
13. Jesus veste roupas da realeza. O halo
ornado com uma cruz proclama que ele é Jesus Cristo.
14. A mão esquerda de Maria sustenta Jesus:
a mão do consolo que Maria estende a todos que a ela recorrem nas
lutas da vida.
15. A sandália desatada, simboliza a
humildade de Nosso Senhor Jesus Cristo e também a esperança de um pecador
que agarrando a Jesus busca a Sua misericórdia. O Menino ainda levanta o pé,
para não deixar a sandália cair, para salvar aquele pecador.
16. Manto azul, com o forro verde sobre a
túnica vermelha são as cores da realeza. Somente a Imperatriz podia usar
estas combinações de cores. O Azul também era o emblema das mães da época.
Todo o fundo dourado mostra a importância
de Maria, é o simbolo de poder e nobreza, da glória do paraíso para
onde iremos, levados pelo perpétuo socorro da Santíssima Mãe de Deus.
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Maria
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
20 de junho de 2017
Sou caipira pirapora, Senhora Aparecida... Absurdo e Graça ao mesmo tempo.
Acabo de chegar da "Disneylândia da fé", se é que se pode chamar assim aquele local magico que no passado me inspirava e me confortava e me dava forças para continuar seguindo em frente com a certeza de que Ela estaria intercedendo por todos os que a procuravam.
Não sei porque, mas ao passar por ela fiquei com a sensação de que ela está assim meio escondida, trancafiada naquele cofre. Também fiquei com a impressão de que a prendem lá porque se a deixassem livre ela iria fugir e voltar para a beira do Rio, na capelinha de taboas pobrezinha que os pescadores lhe deram.
Não sei porque, mas ao passar por ela fiquei com a sensação de que ela está assim meio escondida, trancafiada naquele cofre. Também fiquei com a impressão de que a prendem lá porque se a deixassem livre ela iria fugir e voltar para a beira do Rio, na capelinha de taboas pobrezinha que os pescadores lhe deram.
Fiquei impressionado com o que Aparecida se tornou. A basílica é de uma suntuosidade que assusta. Não questiono a beleza e a genialidade da construção, do acabamento e dos afrescos belíssimos. Mas me choca tudo aquilo comparado à simplicidade e pobreza de muitos dos romeiros que vão lá pagar suas promessas e fazer seus pedidos.
O comércio no entorno, dentro e fora dos limites do santuário são um verdadeiro shopping, com direito a estacionamento para 6000 veículos, praças de alimentação, Bob’s, McDonald’s e sei lá mais quantas outras marcas famosas de restaurantes e lanchonetes.
Para além disso há um verdadeiro centro de lazer da fé com museu de cera, cine 3D, teleférico, bondinhos e balsas para passear no rio onde Ela foi encontrada, tudo pago, nos moldes de qualquer centro de lazer e entretenimento.
Na verdade, eu fiquei muito pensativo e um tanto preocupado com a coerência com os fatos geradores, sejam eles o galileu, filho do carpinteiro José e da silenciosa Maria, ou a própria Maria que se revelou aos pobres pescadores do Rio Paraíba. Tenho a impressão que ambos não se sentiriam confortáveis em meio a tanta opulência e ostentação.
Na verdade, eu fiquei muito pensativo e um tanto preocupado com a coerência com os fatos geradores, sejam eles o galileu, filho do carpinteiro José e da silenciosa Maria, ou a própria Maria que se revelou aos pobres pescadores do Rio Paraíba. Tenho a impressão que ambos não se sentiriam confortáveis em meio a tanta opulência e ostentação.
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Espiritualidade,
Maria
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
12 de junho de 2017
A Ilusão do Sistema capitalista
Entendendo o mercado
Mês de maio, às margens do Mar Negro. Chovia muito e o
vilarejo estava totalmente abandonado.Eram tempos muito difíceis e todos tinham
dívidas e viviam de empréstimos.
De repente, chega ao vilarejo um turista muito rico. Entra
no único hotel do vilarejo, coloca sobre o balcão uma nota de 100 euros e sobe
as escadas para escolher um quarto.
O dono do hotel pega os 100 euros e corre para pagar sua
dívida com o açougueiro.
O açougueiro pega o dinheiro e corre para pagar o criador de
gado.
O criador pega o dinheiro e corre para pagar a prostituta do
vilarejo, que por conta da crise, trabalhou fiado.
A prostituta corre para o hotel e paga o dono pelo quarto
que alugou para atender seus clientes.
Nesse instante, o turista desce as escadas após examinar
os quartos, pega o dinheiro de volta, diz que não gostou de nenhum dos quartos
e abandona o vilarejo.
Ninguém lucrou absolutamente nada,
mas, toda a aldeia vive hoje sem dívidas, otimista por um
futuro melhor....
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História e fábulas de sabedoria
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
27 de maio de 2017
Pentecostes
A Festa de Pentecostes é um marco solido da fé cristã.
A narrativa de Lucas no livro dos Atos dos Apóstolos (At 2,1-13) revela que os
discípulos estavam reunidos no mesmo local dos encontros anteriores (os
discípulos se reuniam de modo secreto e escondido, pois temiam perseguições por
estarem envolvidos com Jesus, que fora condenado como malfeitor).
Pentecostes é o evento em que os discípulos perdem o medo e
encontram através da força do Espírito Santo a coragem de testemunhar o
Evangelho e assumir todos os riscos inerentes à vocação.
As línguas de fogo representam a força do alto, a
intervenção divina e a luz do Espírito Santo que ilumina, aquece e encoraja.
Pode-se dizer que as línguas de fogo são a unção de Deus para a nova missão dos
discípulos. Eles até agora reunidos a portas fechadas, deixam o lugar e partem
corajosamente para anunciar a missão, a paixão e a ressureição de Jesus. (Frei Isidoro Mazzarolo)
Quando vejo esta imagem, tão divulgada pela igreja nesta
época de Pentecostes, fico me perguntando: se Maria estava entre os apóstolos,
assim como algumas outras mulheres que seguiram Jesus e também como eles receberam a efusão do
Espírito Santo, e não deixaram de ser mulheres, porque então resolveram ir além
das decisões de Deus e privar as mulheres do sacerdócio ? Será que o Espírito
de Deus escolheu em quem se manifestar? Tenho pavor de incoerências.
Pedro pelo menos teve a humildade de admitir em uma outra
situaçãoque se o espírito havia se derramado sobre os "impuros", não
seria ele que faria objeção. Mas parece que o magistério atual prefere outro
caminho...
Que o Espírito Santa traga Luz, muita Luz para que se possa ter um novo caminho
mais inclusivo e genuinamente Cristão.
Que ele nos dê coragem neste momento difícil de nossa história.
Que ele nos dê coragem neste momento difícil de nossa história.
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festas
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
26 de maio de 2017
Um pouco de luz para entender o momento que atravessamos
Ao término de um período de decadência sobre vêm o ponto de mutação. A luz
poderosa que fora banida ressurge. Há movimento, mas este não é gerado pela
força... O movimento é natural, surge espontaneamente. Por essa razão, a
transformação do antigo torna-se fácil. O velho é descartado, e o novo ê
introduzido. Ambas as medidas se harmonizam com o tempo, não resultando daí,
portanto, nenhum dano. I Ching
O Físico e autor de alguns livros sobre
Ciência e espiritualidade, Fritjof Capra no seu livro “O ponto de mutação’, nos fala de três transições que estão abalando nossas
vidas e transformando profundamente o
sistema social, econômico e político em todo mundo.
1- “A primeira, e talvez a mais profunda, deve-se ao lento, relutante,
mas inevitável declínio do patriarcado”. Segundo ele, o patriarcado tem sido o
único sistema “que, até data recente, nunca tinha sido abertamente desafiado em
toda a história documentada, e cujas doutrinas eram tão universalmente aceitas
que pareciam constituir leis da natureza; na verdade, eram apresentadas como
tal. Hoje, porém, a desintegração do patriarcado tornou-se evidente. O
movimento feminista é uma das mais fortes correntes culturais do nosso tempo, e
terá um profundo efeito sobre a nossa futura evolução. ”
2- “A segunda transição nos é imposta pelo
declínio da era do combustível fóssil. Essa época será marcada pela transição
para uma era solar, acionada por energia renovável oriunda do Sol e envolverá
transformações profundas em nossos sistemas econômicos e políticos.
3- A terceira transição está relacionada com
valores culturais e envolve o que chamamos de “mudança de paradigma”.
“O paradigma ora em transformação
dominou nossa cultura durante muitas centenas de anos, ao longo dos quais
modelou nossa moderna sociedade ocidental e influenciou significativamente o
resto do mundo.”
A concepção do universo como máquina está dando lugar a uma nova
concepção do universo como um sistema
vivo e isso já pode ser percebido claramente na medida em que crescem as
manifestações e soluções que vêm das minorias criativas e que
respondem aos desafios do nosso tempo.
“A transformação que estamos vivenciando agora poderá muito bem ser
mais dramática do que qualquer das precedentes, porque o ritmo de mudança em nosso tempo é mais célere do que no passado,
porque as mudanças são mais amplas, envolvendo o globo inteiro, e porque várias
transições importantes estão coincidindo.
A crise atual, portanto, não é apenas uma crise de indivíduos, governos ou instituições sociais, é uma transição de dimensões planetárias. Como indivíduos, como sociedade, como civilização e como ecossistema planetário, estamos chegando a um momento decisivo.”
A crise atual, portanto, não é apenas uma crise de indivíduos, governos ou instituições sociais, é uma transição de dimensões planetárias. Como indivíduos, como sociedade, como civilização e como ecossistema planetário, estamos chegando a um momento decisivo.”
“Durante essa fase de reavaliação e renascimento cultural, será
importante minimizar as agruras, a discórdia e as rupturas que inevitavelmente
ocorrem em períodos de grandes mudanças sociais, a fim de tornar a transição
tão indolor quanto possível. Portanto,
é essencial que se vá além dos meros ataques a determinados grupos ou
instituições sociais, mostrando que suas atitudes e comportamento refletem um
sistema de valores que sustenta toda a nossa cultura mas está ficando agora
obsoleto.
As instituições sociais dominantes
recusar-se-ão a entregar seus papéis de protagonistas a essas novas forças
culturais, mas continuarão inevitavelmente a declinar e a
desintegrar-se, e as minorias criativas poderão estar aptas a transformar
alguns dos antigos elementos
Será necessário reconhecer e comunicar amplamente o fato de que as mudanças sociais correntes são
manifestações de uma transformação cultural muito mais ampla e inevitável.
Somente então estaremos aptos a abordar a espécie de transição de cultura
harmoniosa e pacífica descrita num dos mais antigos livros de sabedoria da
humanidade, o I Ching chinês, ou O livro das mutações:
“O movimento é natural, surge espontaneamente. Por essa razão, a
transformação do antigo torna-se fácil. O antigo é descartado, e o novo é
introduzido. Ambas as medidas se harmonizam com o tempo, não resultando daí,
portanto, nenhum dano.”
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HOLISTICA
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
21 de maio de 2017
Marxismo e Cristianismo
Maurício Tupinambá Fernandes de Sá
A teoria marxista surgiu da reflexão crítica e científica sobre os mais importantes movimentos de trabalhadores surgidos na história e é, sem dúvida, a teoria mais relevante para entender a economia capitalista e a possibilidade de emancipação dos oprimidos. Iniciado pelo filósofo alemão Karl Marx, o marxismo continuou sendo desenvolvido e aperfeiçoado por outros pensadores, como Friedrich Engels, Rosa Luxemburgo, Wladimir Lênin, Leon Trotski, Antônio Gramsci, Georg Lukács, Theodor Adorno, Herbert Marcuse e Ernst Bloch. A maior vantagem do marxismo, como teoria, é que ele é um movimento crítico e, por isso, ele renasce com nova força da reflexão sobre seus próprios erros e permite que continue sendo interpretado e experimentado com maior rigor e eficácia. O marxismo é um pensamento em movimento, diferente do positivismo que é estático e conservador.
O Cristianismo, maior expressão religiosa do ocidente, surgiu antes do capitalismo, e baseia sua fundamentação na vida e ação de Jesus Cristo. O ideal da vida cristã é a Partilha, a Comunhão. Este é o sentido da Comunidade, expressando a idéia de uma vida em Comum-unidade com os outros. Não cabe ali a Propriedade Privada, a exploração e a desigualdade social. Por defender o ideal de uma sociedade onde o importante é o Comum, aquilo que é de todos, Jesus Cristo , Filho de Deus , foi Crucificado pelos poderosos de sua época, os Romanos e Fariseus, e, inclusive, os sumo-sacerdotes (religiosos que não comungavam dos ideais cristãos).
Entretanto, em torno do século VI, no reinado de Constantino, o Cristianismo foi utilizado como ideologia a serviço da dominação pelo Império Romano. Os senhores feudais negaram o Cristianismo e constituíram sociedades injustas, instrumentalizando ideologicamente a crença cristã para integrá-la politicamente ao Estado. Mais tarde, com o advento do capitalismo, os burgueses tentaram conciliar sua forma de vida parasitária com a fé cristã. Entretanto, os capitalistas mais autênticos se assumiram como liberais e se contrapuseram à Igreja, na tentativa de superar o Cristianismo e acabar com a hegemonia do feudalismo.
Podemos afirmar que tanto os capitalistas que se "autodenominam cristãos" como aqueles que se identificam como liberais, negam a vida em comunhão e pregam a acumulação pessoal com o sacrifício da maioria. Seu combate é o mesmo, a luta contra o comunismo, termo que, até hoje, utilizam para confundir as pessoas. E essa é uma luta política, como não poderia deixar de ser, embora os opressores continuem afirmando que só eles é que podem fazer "política". Como negar que o cristianismo é político se o maior líder de uma Igreja cristã é chefe de um Estado, o Vaticano, que em toda sua história organiza movimentos políticos em todo o mundo? Cristo foi morto como "preso político", por defender idéias que contestavam a estrutura injusta da sociedade. Assim, todo cristão que vive o evangelho de forma coerente, desagrada àqueles que oprimem o povo.
Há mais de um século, o marxismo passou a ser a principal expressão do pensamento da esquerda mundial, tendo em vista que a teoria liberal se converteu em ideologia do capitalismo. Esta, além de ser anterior ao marxismo, não consegue apresentar perspectivas à esmagadora maioria da população, principalmente aos problemas da exclusão social e da destruição ambiental. Onde estariam os liberais cristãos? Teoricamente sua base é contraditória e conflituosa. Sua ação é, em sua maioria, disfarçada, secreta e geralmente hipócrita. A maioria dos capitalistas, não se revela como liberal (inclusive partidos deixam de declarar publicamente como liberais) para não assustar a população, reunindo-se em torno de movimentos empresariais, claramente opostos ao cristianismo e, mesmo assim, mantendo a aparência de "cristãos devotos" na sociedade.
Como o liberalismo passou a legitimar a opressão capitalista, para manter os privilégios de classe, muitos liberais negam o saber ao povo, se apresentando, eles mesmos, como estudiosos e "colecionadores" de obras do marxismo, mas reprimindo e discriminando a leitura marxista à população em geral. Atualmente, é freqüente verificarmos que os mesmos que estiveram a serviço da ditadura militar, que mataram e torturam pessoas para manter os capitalistas no poder, vêm a público combater o marxismo. Aliás, assumem a mesma prática dos que mataram Cristo: não querem que o povo conheça realmente o ideal cristão, assustando as pessoas sobre teorias que possam alterar a ordem que favorece aos poderosos. Da mesma forma que reprimiram a leitura do marxismo no período de ditadura militar, prendendo, perseguindo e assassinando marxistas no Brasil. São esses os liberais brasileiros que se apresentam como defensores da democracia.
Partindo do entendimento do significado do marxismo e do cristianismo, podemos verificar que as duas correntes de pensamento, em sua origem, convergem para o mesmo sentido: a vida em comum, o comunismo. O que não é possível é ser capitalista e cristão ao mesmo tempo e os liberais demonstram isso claramente em sua teoria, que surgiu, objetivamente, para combater o cristianismo, em torno do século XVII. Os equívocos de algumas experiências socialistas com relação ao cristianismo são evidentes, assim como foram contraditórias com o próprio marxismo, instrumentalizado para legitimar o poder de Estados autoritários e burocratizados. Mas, o marxismo permanece vivo, lado a lado com o Cristianismo, com inúmeros Cristãos Marxistas, adeptos da Teologia da Libertação, o que não ocorre com o liberalismo.
Como o marxismo estimula o pensamento livre, sua leitura e debate devem ser oportunizados a todos, sem distinção. Através do marxismo tornou-se possível aos trabalhadores compreender a exploração capitalista, permitindo a sua mobilização e organização social contra os opressores, numa perspectiva de construção de uma sociedade socialista, sem classes e desigualdades sociais, coerente com o propósito Cristão de que "todos tenham vida e a tenham em abundância".
O Cristianismo, maior expressão religiosa do ocidente, surgiu antes do capitalismo, e baseia sua fundamentação na vida e ação de Jesus Cristo. O ideal da vida cristã é a Partilha, a Comunhão. Este é o sentido da Comunidade, expressando a idéia de uma vida em Comum-unidade com os outros. Não cabe ali a Propriedade Privada, a exploração e a desigualdade social. Por defender o ideal de uma sociedade onde o importante é o Comum, aquilo que é de todos, Jesus Cristo , Filho de Deus , foi Crucificado pelos poderosos de sua época, os Romanos e Fariseus, e, inclusive, os sumo-sacerdotes (religiosos que não comungavam dos ideais cristãos).
Entretanto, em torno do século VI, no reinado de Constantino, o Cristianismo foi utilizado como ideologia a serviço da dominação pelo Império Romano. Os senhores feudais negaram o Cristianismo e constituíram sociedades injustas, instrumentalizando ideologicamente a crença cristã para integrá-la politicamente ao Estado. Mais tarde, com o advento do capitalismo, os burgueses tentaram conciliar sua forma de vida parasitária com a fé cristã. Entretanto, os capitalistas mais autênticos se assumiram como liberais e se contrapuseram à Igreja, na tentativa de superar o Cristianismo e acabar com a hegemonia do feudalismo.
Podemos afirmar que tanto os capitalistas que se "autodenominam cristãos" como aqueles que se identificam como liberais, negam a vida em comunhão e pregam a acumulação pessoal com o sacrifício da maioria. Seu combate é o mesmo, a luta contra o comunismo, termo que, até hoje, utilizam para confundir as pessoas. E essa é uma luta política, como não poderia deixar de ser, embora os opressores continuem afirmando que só eles é que podem fazer "política". Como negar que o cristianismo é político se o maior líder de uma Igreja cristã é chefe de um Estado, o Vaticano, que em toda sua história organiza movimentos políticos em todo o mundo? Cristo foi morto como "preso político", por defender idéias que contestavam a estrutura injusta da sociedade. Assim, todo cristão que vive o evangelho de forma coerente, desagrada àqueles que oprimem o povo.
Há mais de um século, o marxismo passou a ser a principal expressão do pensamento da esquerda mundial, tendo em vista que a teoria liberal se converteu em ideologia do capitalismo. Esta, além de ser anterior ao marxismo, não consegue apresentar perspectivas à esmagadora maioria da população, principalmente aos problemas da exclusão social e da destruição ambiental. Onde estariam os liberais cristãos? Teoricamente sua base é contraditória e conflituosa. Sua ação é, em sua maioria, disfarçada, secreta e geralmente hipócrita. A maioria dos capitalistas, não se revela como liberal (inclusive partidos deixam de declarar publicamente como liberais) para não assustar a população, reunindo-se em torno de movimentos empresariais, claramente opostos ao cristianismo e, mesmo assim, mantendo a aparência de "cristãos devotos" na sociedade.
Como o liberalismo passou a legitimar a opressão capitalista, para manter os privilégios de classe, muitos liberais negam o saber ao povo, se apresentando, eles mesmos, como estudiosos e "colecionadores" de obras do marxismo, mas reprimindo e discriminando a leitura marxista à população em geral. Atualmente, é freqüente verificarmos que os mesmos que estiveram a serviço da ditadura militar, que mataram e torturam pessoas para manter os capitalistas no poder, vêm a público combater o marxismo. Aliás, assumem a mesma prática dos que mataram Cristo: não querem que o povo conheça realmente o ideal cristão, assustando as pessoas sobre teorias que possam alterar a ordem que favorece aos poderosos. Da mesma forma que reprimiram a leitura do marxismo no período de ditadura militar, prendendo, perseguindo e assassinando marxistas no Brasil. São esses os liberais brasileiros que se apresentam como defensores da democracia.
Partindo do entendimento do significado do marxismo e do cristianismo, podemos verificar que as duas correntes de pensamento, em sua origem, convergem para o mesmo sentido: a vida em comum, o comunismo. O que não é possível é ser capitalista e cristão ao mesmo tempo e os liberais demonstram isso claramente em sua teoria, que surgiu, objetivamente, para combater o cristianismo, em torno do século XVII. Os equívocos de algumas experiências socialistas com relação ao cristianismo são evidentes, assim como foram contraditórias com o próprio marxismo, instrumentalizado para legitimar o poder de Estados autoritários e burocratizados. Mas, o marxismo permanece vivo, lado a lado com o Cristianismo, com inúmeros Cristãos Marxistas, adeptos da Teologia da Libertação, o que não ocorre com o liberalismo.
Como o marxismo estimula o pensamento livre, sua leitura e debate devem ser oportunizados a todos, sem distinção. Através do marxismo tornou-se possível aos trabalhadores compreender a exploração capitalista, permitindo a sua mobilização e organização social contra os opressores, numa perspectiva de construção de uma sociedade socialista, sem classes e desigualdades sociais, coerente com o propósito Cristão de que "todos tenham vida e a tenham em abundância".
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sobre SER CRISTÃO,
Teologia da Libertação
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
Ascensão
Homens da Galiléia, por que ficais aí a olhar para o céu?
Ascensão Simples, sem complicações, basicamente ele nos pediu que:
Amássemos como Ele nos ama e que o anunciássemos a toda a humanidade. Para isso não são precisos dogmas, documentos, hierarquias, tronos, palácios, nem mesmo templos.
A imagem d’Ele está revelada em nós que somos a expressão do amor do Pai.
"Sereis minhas testemunhas"
É desse Jesus, simples e descomplicado, que temos sido testemunhas ?
”8....descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo.9.Dizendo isso elevou-se da (terra) à vista deles e uma nuvem o ocultou aos seus olhos...
10. Enquanto o acompanhavam com seus olhares, vendo-o afastar-se para o céu, eis que lhes apareceram dois homens vestidos de branco, que lhes disseram:
11. Homens da Galiléia, por que ficais aí a olhar para o céu?
Esse Jesus que acaba de vos ser arrebatado para o céu voltará do mesmo modo que o vistes subir para o céu. (At 1,8-11)
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Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
13 de maio de 2017
Isto Também Passará - uma história Sufi
Um dervishe, depois de uma árdua e longa viagem através do deserto, chegou por fim à civilização. O povoado se chamava Colinas Arenosas e era quente e seco. Não havia muito verde, exceto feno para o gado e alguns arbustos. As vacas eram o principal meio de vida das pessoas de Colinas Arenosas. O dervishe perguntou educadamente a alguém que passava se havia algum lugar onde poderia encontrar comida e abrigo para aquela noite.
- Bem, disse o homem coçando a cabeça - não temos um lugar
assim no povoado, mas estou certo de que Shakir ficará encantado de lhe brindar
com sua hospitalidade esta noite.
Então o homem indicou o caminho da fazenda de propriedade de
Shakir, cujo nome significa "o que agradece constantemente ao
Senhor".
No caminho até a fazenda, o dervishe parou perto de um pequeno grupo de anciões que estavam fumando cachimbo e eles confirmaram a direção. Eles disseram que Shakir era o homem mais rico da região.
Um dos homens disse que Shakir era dono de mais de mil vacas.
No caminho até a fazenda, o dervishe parou perto de um pequeno grupo de anciões que estavam fumando cachimbo e eles confirmaram a direção. Eles disseram que Shakir era o homem mais rico da região.
Um dos homens disse que Shakir era dono de mais de mil vacas.
- E isso é maior do que a riqueza de Haddad, que vive no
povoado ao lado.
Pouco tempo depois o dervishe estava parado em frente a casa de Shakir a admirando. Shakir, que era uma pessoa muito hospitaleira e amável, insistiu para que o dervishe ficasse por alguns dias em sua casa.
A mulher e as filhas de Shakir eram igualmente amáveis e deram o melhor para o dervishe. Inclusive, ao final de sua estadia, lhe deram uma grande quantidade de comida e água para sua viagem.
No seu caminho de volta para o deserto, o dervishe não conseguia parar de se perguntar o significado das últimas palavras de Shakir.
No momento da despedida o dervishe havia dito:
Pouco tempo depois o dervishe estava parado em frente a casa de Shakir a admirando. Shakir, que era uma pessoa muito hospitaleira e amável, insistiu para que o dervishe ficasse por alguns dias em sua casa.
A mulher e as filhas de Shakir eram igualmente amáveis e deram o melhor para o dervishe. Inclusive, ao final de sua estadia, lhe deram uma grande quantidade de comida e água para sua viagem.
No seu caminho de volta para o deserto, o dervishe não conseguia parar de se perguntar o significado das últimas palavras de Shakir.
No momento da despedida o dervishe havia dito:
- Dê Graças a Deus pela riqueza que tens.
- Dervishe - havia respondido Shakir - não se engane pelas
aparências, porque isto também passará.
Durante o tempo em que havia passado no caminho Sufi, o
dervishe havia compreendido que qualquer coisa que ouvisse ou visse durante sua
viagem lhe oferecia uma lição para aprender, e portanto, valia a pena
considerá-la. Além de tudo, essa era a razão pela qual havia feito a viagem,
para aprender mais.
As palavras de Shakir ocuparam seus pensamentos e ele não estava seguro de ter compreendido completamente o seu significado.
As palavras de Shakir ocuparam seus pensamentos e ele não estava seguro de ter compreendido completamente o seu significado.
Quando estava sentado sob a sombra de um arbusto para rezar
e meditar, recordou do ensinamento Sufi sobre guardar silencio e não se
precipitar em tirar conclusões para finalmente alcançar a resposta. Quando
chegasse o momento, compreenderia, já que havia sido ensinado a permanecer em
silêncio e sem fazer perguntas. Para tanto, fechou a porta dos seus pensamentos
e submergiu sua alma em um estado de profunda meditação.
E assim se passaram mais cinco anos, viajando por diferentes
terras, conhecendo pessoas novas e aprendendo com suas experiências no caminho.
Cada nova aventura oferecia uma lição a ser aprendida. Entretanto, como
requeria o costume Sufi, permanecia em silêncio, concentrado nas ordens do seu
coração.
Um dia, o dervishe voltou a Colinas Arenosas, o mesmo
povoado onde havia passado alguns anos antes. Se lembrou de seu amigo Shakir e
perguntou por ele.
- Está vivendo no povoado ao lado, a dez milhas daqui. Agora
trabalha para Haddad - respondeu um homem do povoado.
O dervishe lembrou surpreendido que Haddad era o outro homem
rico da região. Contente com a idéia de voltar a ver Shakir outra vez, se
apressou para ir ao povoado vizinho. Na maravilhosa casa de Haddad, o dervishe
foi bem recebido por Shakir, que agora parecia muito mais velho e estava
vestido em andrajos.
- O que lhe aconteceu? - quis saber o dervishe.
Shakir respondeu que uma enchente três anos antes o havia
deixado sem vacas e sem casa; assim ele e sua família se tornaram empregados de
Haddad, que sobreviveu à enchente e agora desfrutava da posição de homem mais
rico da região. Entretanto, esta alteração na sorte não havia mudado o caráter
amistoso e atencioso de Shakir e de sua família.
Cuidaram amavelmente do dervishe na sua cabana durante os dois dias e lhe deram comida e água antes dele sair.
Na despedida, o dervishe disse:
Cuidaram amavelmente do dervishe na sua cabana durante os dois dias e lhe deram comida e água antes dele sair.
Na despedida, o dervishe disse:
- Sinto muito pelo que aconteceu com você e sua família. Mas
sei é que Deus tem um motivo para aquilo que faz..
- Mas não se esqueça, isto também passará.
- Mas não se esqueça, isto também passará.
A voz de Shakir ressoou como um eco nos ouvidos do dervishe.
O rosto sorridente do homem e seu espírito tranqüilo não abandonavam seu
pensamento.
- O que ele quer dizer com esta frase desta vez?
O dervishe sabia agora que as últimas palavras de Shakir na
sua visita anterior se anteciparam às mudanças que ocorrerem. Mas dessa vez, se
perguntava o que poderia justificar um comentário tão otimista. Assim deixou a
frase de lado outra vez, preferindo esperar pela resposta.
Passaram meses e anos, e o dervishe, que estava ficando velho, continuou viajando sem nenhuma intenção de parar.
Curiosamente, suas viagens sempre o levavam de volta ao povoado onde vivia Shakir. Assim sendo, demorou sete anos para voltar a Colinas Arenosas e Shakir estava rico outra vez. Agora vivia na casa principal da propriedade de Haddad e não na pequena cabana.
Passaram meses e anos, e o dervishe, que estava ficando velho, continuou viajando sem nenhuma intenção de parar.
Curiosamente, suas viagens sempre o levavam de volta ao povoado onde vivia Shakir. Assim sendo, demorou sete anos para voltar a Colinas Arenosas e Shakir estava rico outra vez. Agora vivia na casa principal da propriedade de Haddad e não na pequena cabana.
- Haddad morreu há dois anos - explicou Shakir - e, como não
tinha herdeiro, decidiu deixar sua fortuna para mim como recompensa dos meus
leais serviços.
Quando estava terminando sua visita, o dervishe se preparou
para a viagem mais importante de sua vida: cruzaria a Arábia Saudita para fazer
sua peregrinação a pé até Meca, uma antiga tradição entre seus companheiros. A
despedida de seu amigo não foi diferente das outras vezes. Shakir repetiu sua
frase favorita:
- Isto também passará.
Depois da peregrinação, o dervishe viajou à Índia. Ao voltar
a sua terra natal, Pérsia, decidiu visitar Shakir mais uma vez para ver o que
havia acontecido com ele. Assim, mais uma vez se pós em marcha para Colinas
Arenosas. Mas em vez de de encontrar seu amigo Shakir, lhe mostraram uma
humilde tumba com a inscrição "Isto também passará". O dervishe ficou
ainda mais surpreendido do que das outras vezes, quando o próprio Shakir havia
pronunciado estas palavras.
- As riquezas vem e as riquezas se vão - pensou o dervishe -
mas, como pode trocar um túmulo?
A partir de então o dervishe adquiriu o costume de visitar a
tumba de seu amigo de tantos anos e passava algumas horas meditando na morada
de Shakir. Entretanto, em uma de suas visitas o cemitério e a tumba haviam
desaparecido, arrasados por uma enchente. Agora, o velho dervishe havia perdido
o único vestígio deixado por um homem que havia marcado tão excepcionalmente as
experiências de sua vida. O dervishe permaneceu durante horas nas ruínas do
cemitério, olhando o chão fixamente. Finalmente, levantou a cabeça em direção
ao céu e então, como se houvesse descoberto um significado mais elevado,
abaixou a caberá em sinal de confirmação e disse:
- Isto também passará.
Finalmente o dervishe ficou muito velho para viajar,
decidindo se fixar e viver tranqüilo e em paz pelo resto de sua vida.
Os anos se passaram e o ancião se dedicava a ajudar a quem
se acercava dele para os quais aconselhava e a compartilhar suas experiências
com os jovens. Vinha gente de todas as partes para beneficiar-se de sua
sabedoria. Finalmente, sua fama chegou até o grade conselheiro do rei, que
casualmente estava buscando alguém com grande sabedoria.
O fato era que o rei desejava que lhe fizessem um anel. O
anel teria de ser especial: devia ter uma inscrição de tal forma que quando o
rei se sentisse triste, olhasse o anel e ficaria contente e se estivesse feliz,
ao olhar o anel se entristeceria.
Os melhores joalheiros foram contratados e muitos homens e
mulheres se apresentaram para dar sugestões sobre o anel, mas o rei não gostava
de nenhuma. Então o conselheiro escreveu para o dervishe explicando a situação,
pedindo ajuda e o convidando para ir ao palácio. Sem abandonar sua casa, o
dervishe enviou sua resposta.
Poucos dias mais tarde, um anel foi feito com
uma esmeralda e foi entregue ao rei. O rei, que havia estado deprimido por
vários dias, mal o recebeu, botou o anel no dedo e olhando-o, deu um suspiro de
decepção.Logo começou a sorrir e, pouco depois, ria às gargalhadas.
No anel que usava estavam escritas as palavras "Isto também passará".
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História e fábulas de sabedoria
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
22 de abril de 2017
Dia da Terra ** EARTH DAY
.
Hoje 22 de abril o mundo comemora o Dia da Terra!
Cada um de nós pode enfrentar as causas da deteriorização da estabilidade da Natureza e a degradaçãoda qualidade de vida no planeta.
Não adianta apenas colocar a culpa em cada uma das grandes indústrias do Hemisfério Norte,ou no desmatamento criminoso da Amazônia. A humanidade, queira ou não, está integrada nas causas e consequências.
Quando eu jogo um cigarro na rua,quando eu deixo plásticos no lixo biológico,quando eu "esqueço" de regular o motor do carro, trocar o filtro, quando eu não paro no Posto Policial e exijo que retirem aquele caminhão largando fumaça excessiva, estou ajudando a que o urso do filme perca um milímetro de sua morada.
(por favor, veja - vídeo abaixo)
Ser ecologicamente correto não é apenas "estar na moda"e sim ser prudente.Observemos a excepcional arquitetura e engenharia dos seres vivos, observemos a fantástica harmonia do Universo, rendemo-nos a magia da Vida.Somos mais de seis bilhões de vidas a serem respeitadas e preservadas, além dos bilhões de seres vivos que vivem sobre a terra, o ar e nas profundezas dos oceanos e rios.Vejam o vídeo, reflitam e o repassem para os amigos.
A mais extensa e bela praia só existe graças aos milhões de minúsculos e ingógnitos grãos de areia.Não esperemos que os governantes façam algo, pois estão voltados a fazer por eles próprios.Façamos nós mesmos, os minúsculos e incógnitos grãos de areia!TERRACUIDE BEM DELA
O material aqui apresentado me foi enviado por E-mail e veio assinado por Sergio Trouillet
和平 與 和諧Peace and HarmonyPaz e HarmoniaWebsite
Hoje 22 de abril o mundo comemora o Dia da Terra!
Cada um de nós pode enfrentar as causas da deteriorização da estabilidade da Natureza e a degradaçãoda qualidade de vida no planeta.
Não adianta apenas colocar a culpa em cada uma das grandes indústrias do Hemisfério Norte,ou no desmatamento criminoso da Amazônia. A humanidade, queira ou não, está integrada nas causas e consequências.
Quando eu jogo um cigarro na rua,quando eu deixo plásticos no lixo biológico,quando eu "esqueço" de regular o motor do carro, trocar o filtro, quando eu não paro no Posto Policial e exijo que retirem aquele caminhão largando fumaça excessiva, estou ajudando a que o urso do filme perca um milímetro de sua morada.
(por favor, veja - vídeo abaixo)
Ser ecologicamente correto não é apenas "estar na moda"e sim ser prudente.Observemos a excepcional arquitetura e engenharia dos seres vivos, observemos a fantástica harmonia do Universo, rendemo-nos a magia da Vida.Somos mais de seis bilhões de vidas a serem respeitadas e preservadas, além dos bilhões de seres vivos que vivem sobre a terra, o ar e nas profundezas dos oceanos e rios.Vejam o vídeo, reflitam e o repassem para os amigos.
A mais extensa e bela praia só existe graças aos milhões de minúsculos e ingógnitos grãos de areia.Não esperemos que os governantes façam algo, pois estão voltados a fazer por eles próprios.Façamos nós mesmos, os minúsculos e incógnitos grãos de areia!TERRACUIDE BEM DELA
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Meio Ambiente
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
No dia da Terra Um "Hino à Matéria " Teilhard de Chardin
Bedita sejas tu,
áspera matéria,
terra estéril,
dura rocha,
que cedes apenas à violência
e nos forças a trabalhar
se quisermos comer.
Bendita sejas,
poderosa matéria,
evolução irresistível,
realidade sempre nascendo,
que a cada momento fazes em estilhaços nossos limites
e nos obrigas a procurar
cada vez mais profundamente a verdade.
Bendita sejas,
matéria universal,
éter sem fronteiras,
triplo abismo das estrelas,
dos átomos e
das gerações.
Tu, que dissolvendo e transbordando
nossas estreitas medidas,
nos revelas as dimensões de Deus.
Bendita sejas,
impenetrável matéria.
tu que és tensão entre nossas almas
e o mundo das essências
e nos fazes definhar
com o desejo de romper o véu dos fenômenos.
Bendita sejas,
matéria imortal,
Tu, que, desagregando -te um dia em nós,
nos induzirá, forçosamente,
no íntimo daquilo que é.
Sem ti, matéria,
sem teus combates,
sem teus dilaceramentos,
viveríamos inertes,
estagnados,
pueris,
ignorantes de nós mesmos
e de Deus.
Tu que feres e que curas,
tu que resistes e que cedes,
que aprisionas e libertas,
tu que desmoronas e constróis,
seiva de nossas almas,
mãe de Deus,
carne do Cristo,
matéria,
eu te bendigo.
Eu te bendigo e te saúdo,
não como te descrevem,
diminuída e transfigurada,
os pontífices da ciência
e os pregadores da virtude.
Um amontoado - dizem eles -
de forças brutais ou
de apetites baixos,
mas como me apareces hoje,
na totalidade da tua verdade.
Eu te saúdo,
inesgotável capacidade de ser e de transformação,
onde germina e cresce
a substância escolhida.
Eu te saúdo,
universal poder
de aproximação e de união,
por onde se comunicam a multidão das moléculas
e a quem todas convergem,
em marcha para o espírito.
Eu te saúdo,
matriz harmoniosa das almas,
límpido cristal,
do qual será tirada a Nova Jerusalém.
Eu te saúdo,
meio divino,
carregado de poder criador,
oceano agitado pelo espírito,
argila modelada
e animada pelo Verbo encarnado.
Crendo obedecer ao teu irresistível apelo,
os homens se precipitam muitas vezes,
por teu amor,
no abismo externo dos prazeres egoístas.
Um reflexo os engana,
ou, então,
um eco.
Mas, agora eu vejo.
Para te atingir, matéria,
é preciso que,
partindo de um contato universal,
com tudo o que se move,
sintamos, pouco a pouco,
esvair-se entre nossos dedos,
as formas particulares de tudo que seguramos,
até que retenhamos, apenas,
a única essência
de todas as consistências e de todas as uniões.
Se quisermos te possuir,
temos que te sublimar na dor,
após termos, voluptuosamente,
apertado os braços.
Tu reinas, matéria,
nas serenas alturas,
onde imaginam evitar-te
os santos.
Carne tão transparente e móvel
que não te distinguimos mais de um espírito.
Leva-me para o alto, matéria,
pelo esforço,
a separação
e a morte.
Leva-me para onde for possível,
enfim, abraçar castamente
o universo.
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Meio Ambiente,
Teilhard de Chardin
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
22 de abril - Dia da TERRA
que não demore muito o nosso despertar
e nos arrepender da grande destruição que praticamos.
E acordados, possamos aprender cuidar melhor de Ti
E acordados, possamos aprender cuidar melhor de Ti
"Pacha Mama"
Quando eu me encontrava preso
Na cela de uma cadeia
Foi que vi pela primeira vez
As tais fotografias
Em que apareces inteira
Porém lá não estavas nua
E sim coberta de nuvens...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Ninguém supõe a morena
Dentro da estrela azulada
Na vertigem do cinema
Mando um abraço prá ti
Pequenina como se eu fosse
O saudoso poeta
E fosses a Paraíba...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Eu estou apaixonado
Por uma menina terra
Signo de elemento terra
Do mar se diz terra à vista
Terra para o pé firmeza
Terra para a mão carícia
Outros astros lhe são guia...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Eu sou um leão de fogo
Sem ti me consumiria
A mim mesmo eternamente
E de nada valeria
Acontecer de eu ser gente
E gente é outra alegria
Diferente das estrelas...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
De onde nem tempo, nem espaço
Que a força mãe dê coragem
Prá gente te dar carinho
Durante toda a viagem
Que realizas do nada
Através do qual carregas
O nome da tua carne...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Na sacada dos sobrados
Da velha são Salvador
Há lembranças de donzelas
Do tempo do Imperador
Tudo, tudo na Bahia
Faz a gente querer bem
A Bahia tem um jeito...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra!
Na cela de uma cadeia
Foi que vi pela primeira vez
As tais fotografias
Em que apareces inteira
Porém lá não estavas nua
E sim coberta de nuvens...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Ninguém supõe a morena
Dentro da estrela azulada
Na vertigem do cinema
Mando um abraço prá ti
Pequenina como se eu fosse
O saudoso poeta
E fosses a Paraíba...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Eu estou apaixonado
Por uma menina terra
Signo de elemento terra
Do mar se diz terra à vista
Terra para o pé firmeza
Terra para a mão carícia
Outros astros lhe são guia...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Eu sou um leão de fogo
Sem ti me consumiria
A mim mesmo eternamente
E de nada valeria
Acontecer de eu ser gente
E gente é outra alegria
Diferente das estrelas...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
De onde nem tempo, nem espaço
Que a força mãe dê coragem
Prá gente te dar carinho
Durante toda a viagem
Que realizas do nada
Através do qual carregas
O nome da tua carne...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?...
Na sacada dos sobrados
Da velha são Salvador
Há lembranças de donzelas
Do tempo do Imperador
Tudo, tudo na Bahia
Faz a gente querer bem
A Bahia tem um jeito...
Terra! Terra!
Por mais distante
O errante navegante
Quem jamais te esqueceria?
Terra!
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14 de abril de 2017
Uma sexta feira Santa
O mundo cristão para hoje para lembrar
de um inocente condenado à morte e morte de Cruz.
Um suplício contado e recontado e revivido nestes mais
de 2000 anos que nos separam do ato em sí.
Nas muitas igrejas há adorações à Cruz, Vias Sacras.
Um estranho costume de beijar a imagem do senhor morto.
Procissões do Encontro de Maria
com um punhal enterrado no coração
e Jesus ensanguentado com uma cruz às costas.
Sermão das Chagas. Descendimento da cruz.
Procissões do Enterro, com senhoras chorosas,
acompanhando o esquife, e ainda o lamento de Verônica.
Eu nunca entendi é porque muitos preferem valorizar a cruz, o
sofrimento e a morte
ao invés da Alegria, da Vida e a Ressureição.
Os primeiros cristãos usavam como símbolo um peixe.
Mas a igreja preferiu a Cruz, o crucifixo, o sofrimento e a celebração do sacrifício incruento ao invés do Ágape fraterno, do banquete de ação de graças do simples "partir do Pão".
Jesus não está mais na cruz, Ele venceu a morte, e é esta
imagem que deveria ter sido fixada. A imagem de um Deus que venceu, se libertou
e que a partir disto pode libertar a todos os que forem até ele em busca de
alívio para suas dificuldades.
Toda esta série de equívocos acabou por desvirtuar aquilo
que de mais importante há na missão que Jesus nos confiou.
Ele disse:
Eu vim para que todos tenham vida
e vida em abundância!
Ele disse:
Eu vim para que todos tenham vida
e vida em abundância!
Eu vos dou um novo mandamento: que vos ameis uns aos
outros como eu vos amei!
Cada vez que fizerdes qualquer coisa a um dos meus
pequeninos é a mim que o fareis!
Quando será que vamos acordar e passar da sexta feira de
escuridão
para um domingo repleto de Luz ?
para um domingo repleto de Luz ?
PAI !!!!!
Perdoai-nos, nós ainda não sabemos o que fazer!
Até quando senhor ?
.
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festas,
semana santa
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