O absurdo e a Graça
22 de julho de 2020
Jesus e Maria Madalena - Para os puros, tudo é puro ( Jean YvesLeloup)
No princípio de toda filosofia há um assombro, um maravilhamento; o assombro, por exemplo, diante da mudança e da impermanência de todas as coisas... e das questões que isso incita: Existe uma realidade que permanece dentre tudo aquilo que passa? O que resta quando não resta mais nada?
Quer respondamos através da substância , como os pré-socráticos, ou através da vacuidade, como no madyamika , isso não diminui em nada o assombro e leva a questão um pouco mais adiante: o que é a substância? Que experiência de vacuidade podemos fazer?...
O assombro de nossos contemporâneos não recai tanto sobre o ser ou o não ser quanto sobre o desejo (de viver) e o não desejo (de viver) e sobre aquilo que o sustenta ou o expressa, aquilo que, utilizando uma palavra mais ou menos redutora, chamaremos “a sexualidade”, outros preferirão “o élan vital”(Bergson), “a libido”(Freud) ou ainda, “a energia vital”, “força criadora”...
O assombro diante da sexualidade raramente é filosófico. As dificuldades de algumas funções e disfunções clamam por respostas mais pragmáticas e repelem todas as formas de especulação...
Uma abordagem menos trivial da sexualidade seria, então, impossível?
Psicólogos e sociólogos já responderam a diversas dessas questões, mas talvez ainda não tenham respondido ao nosso assombro fundamental, “de sermos um ser que deseja”. Se nos inclinarmos para o lado da teologia, nos assombraremos até mesmo diante do termo “da encarnação”; o Ser encarnado seria então um ser que deseja? Como se expressa esse desejo? Não apenas através das formas sublimes que conhecemos e que foram, algumas vezes, celebradas de maneira soberba pelas igrejas, mas, o que dizer da sexualidade do Cristo?
Para muitos essa questão não é mais da ordem do assombro, do maravilhamento, mas antes do estupor e para alguns, até mesmo da blasfêmia.
Por que?
Por que tais resistências, outrora e ainda hoje em dia? No entanto, a questão é importante, não apenas para melhor conhecermos o Cristo e para respeitá-lo em todas as dimensões de sua humanidade, mas também tendo em vista sua função “exemplar”, “arquetípica” e reveladora, para melhor conhecermos o ser humano na sua realidade sexuada, sendo esta considerada hoje em dia dimensão essencial de sua identidade e de seu advir (sua substância “e” sua falta), não apenas como lugar de transmissão da vida, mas como condição para nosso prazer ou para nosso desgosto pela vida.
Nossa abordagem permanece neste assombro, neste maravilhamento, ela não deseja ser nem polêmica, nem moralizante, nem dogmática, ela se questiona o mais honestamente possível acerca do realismo da encarnação, até aonde o Verbo se fez carne? Existem elementos da nossa humanidade que escapam à Sua luz e à Sua ternura?
Se o Amor encarnou-se na História e hoje em dia continua apenas pedindo para encarnar-se, como ele não o faria nas carnes que lhe são normalmente e naturalmente consagradas?
“Aquele que é carnal, o é até mesmo nas obras do espírito, aquele que é espiritual, o é até mesmo nas obras da carne” dizia Santo Agostinho.
Nós talvez tenhamos que redescobrir uma espiritualidade vivida dentro das obras do corpo e do quotidiano que respeitaria prioritariamente o Espírito d’Aquele que se fez homem e “inteiramente homem”, “a fim de que”, como dizem os Padres, “o homem se fizesse Deus”.
Porque, repetidas vezes, o Cristianismo nos apresentou a sexualidade como sendo algo aviltante, degradante, “mãe de todos os pecados” e raramente como algo divinizante, fonte da vida e da criatividade, participação à imagem e à semelhança do Deus Vivo e Criador.
Não deveríamos, assim hoje como ontem, ir procurar a sexualidade reduzida a seus apêndices nos sex-shop e outros locais obscuros, lá onde ela “enclausurou-se” e perdeu-se, e trazê-la de volta ao santuário que foi sua morada, seu “sacrum”, a câmara nupcial que é, de acordo com o Evangelho de Felipe, um templo aonde “oramos de verdade”?
O Cristo não veio salvar, curar e divinizar aquilo que estava perdido?
Não seria a vida sexual transfigurada, quer seja numa vida de casal ou em um celibato escolhido e assumido, a grande Aventura e Alquimia que devemos incessantemente descobrir e renovar? devolver a Deus um dos maiores dons que nos foram dados? e não pararmos de nos assombrar...
Editora Vozes, 2007
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
Mirian de Magdala: que mulher é essa?
permaneceu aos pés da cruz?
Porque Jesus a escolheu para primeiro aparecer
depois da Ressurreição?
Maria de Magdala pecadora perdoada ?
Discípula que mais estava próxima do mestre,
a ponto de despertar ciúmes ?
Nunca saberemos, o tempo e o preconceito
se encarregaram de apagar sua história...
De companheira de Jesus a prostituta,
muito ao longo dos séculos foi dito,
mas só mesmo o mestre, o raboni Yeshua
poderia dizer com segurança
quem foi, quem é,
Myrian de Magdala .
Com o relato da ressurreição e, a aparição de Jesus,
depois de ressuscitado à Maria Madalena
reacende-se a dúvida quanto ao papel desta mulher
na comunidade primitiva dos seguidores de Jesus.
Ao ler o O código Da Vinci,
o jornalista e escritor Juan Arias
lamentou as dezenas de erros de pesquisa
na trama de Dan Brown.
Como teólogo e vaticanista,
no entanto, reconheceu que
o best-seller havia conseguido
o que tentam há anos centenas de estudiosos,
levar ao grande público polêmicas religiosas
que a Igreja, segundo ele, esforça-se em ocultar.
As discussões provocadas pelo livro
foram a deixa para que Arias
iniciasse uma busca pela verdadeira identidade
da mulher que teria sido casada com Jesus,
trabalho reunido em
"Madalena, o último tabu do cristianismo"
(editora Objetiva).
A notícia é do jornal Globo, 19-6-2006.
Para autor, Madalena foi "apóstolo" mais importante.
Em um misto de reportagem e pesquisa histórica, Arias, autor de estudos religiosos como Jesus, esse grande desconhecido,
vasculhou centenas de documentos.
Textos como os Evangelhos Gnósticos (não reconhecidos
pelo Vaticano) e preciosos pergaminhos
descobertos no Egito na década de 40.
O livro redefine a origem do celibato e sacerdócio masculino exclusivo e derruba a imagem de Maria Madalena como meretriz convertida. "
À instituição interessa que Madalena seja a prostituta arrependida e não a esposa e escolhida de Jesus para continuar seus ensinamentos, porque isso ressaltaria o sexismo da Igreja.
Mas como explicar por que Madalena
foi a primeira a ver Jesus ressuscitado?
E a intimidade entre os dois nos Evangelhos Gnósticos,
onde Jesus beija Madalena na boca?
Ou as cenas de ciúmes dos apóstolos ao perceberem
o quanto ela era importante ao profeta?", polemiza ele.
Em vez de investir na teoria de que Jesus teria se casado com Maria Madalena, dando origem a uma linhagem que seguiria até hoje, principal tema de O código Da Vinci, Arias reúne provas históricas que conferem a Madalena um papel muito maior na formação da Igreja Católica, a de "apóstolo" mais importante para Jesus.
"Como me disse José Saramago, se Jesus ressuscitado apareceu a Madalena antes de todos, é porque ela era a mulher que mais amava. Ele sabia que duvidariam do testemunho de Madalena, como o fez Pedro, mas a escolheu",explica o teólogo.
Um outro exemplo é o pedido de Madalena ao chegar ao sepulcro de Jesus, quando ela se desespera ao não encontrar o corpo do profeta. Madalena pergunta a um homem onde estava o seu senhor, pois ela iria recolhê-lo.
Para os judeus, o corpo era sagrado e responsabilidade da família.
Que direitos tinha Madalena em reclamar o corpo de Jesus?
O direito de esposa.
O jornalista espanhol, que foi correspondente no Vaticano por 14 anos, constrói o livro com capítulos-ensaios, submetendo os trechos bíblicos a análises semiológicas e formulando uma hermenêutica acessível mesmo aos leigos nos textos sagrados.
Para Arias, Madalena pertencia à corrente gnóstica, que valorizava o conhecimento intuitivo e a palavra, e era contrária à hierarquização do cristianismo.
Ela acreditava que, por meio do conhecimento, o eu e a divindade tornavam-se um só.
"A Igreja seria menos dogmática e mais universal" Culta e de família abastada, Madalena teria sido responsável pela construção existencial e filosófica do cristianismo, que ainda não havia fixado um corpo definitivo de doutrina.
Ela foi a escolhida do profeta, definido por Arias como "um semeador de liberdades" que considerava as mulheres inteiramente aptas ao sacerdócio.
Com a morte de Jesus, porém, entre a corrente gnóstica de Madalena e a oficialista de Pedro, venceu a primazia masculina.
"Um dia a Igreja terá que pedir perdão, como fez com Galileu Galilei, por ter corrompido a figura de Madalena utilizando-a como símbolo do pecado sexual.
Se isso não tivesse acontecido, a Igreja seria menos dogmática e mais universal. E o feminismo teria sido adiantado em muitos séculos",
calcula Juan Arias.
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Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
Oração de Maria Madalena
Será que é mesmo necessário que sejamos “pequeninos”
Para que tu sejas todo-poderoso?
“Pobres pecadores”, para que tu sejas misericórdia?
Não é suficiente que estejamos nus, para que tu brilhes,
Que estejamos vazios, para que tu sejas tudo?
Tu não és um Deus que desconfia das mulheres,
Que canoniza os santos e queima as feiticeiras.
Tu és belo e amas a beleza
Eu orei a ti, com frequência, Meu Deus
Para que me livrasses dos deuses que acusam
Que desprezam e fanatizam...
E tu me enviaste a primavera:
A amendoeira foresceu.
Respirei o grande dia e a grande noite,
Reconheci teu sopro no jardim,
Tua brisa à beira do lago.
Tu me ensinaste que rezar mais
É respirar melhor.
Ainda não sei se és o Deus dos amantes,
Se fores aquele que ama em todos os que amam.
Amo-te sem te ver, sem te tocar
E, no entanto, sei que me deste
Olhos para ver e braços para abraçar.
Um dia talvez, em cores oceânicas,
Um homem virá
Para te dar um semblante
E abençoar a terra na oferenda de meu corpo;
Então, eu te amarei, meu Deus
Como as mulheres amam,
Como as crianças,
Como a tempestade
E nos tornaremos Um.”
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
21 de julho de 2020
22 de Julho - Myrian de Magdala
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
20 de julho de 2020
20 de julho – Um dia, entre tantos dedicados aos amigos.
Tempos estranhos este que vivemos, temos dia para quase tudo. Dia da mãe, do
pai e dos avós. Dia da mulher, da criança e agora do homem. Dia da mulher
negra, da mulher índia, dia do irmão e da irmã, dos tios, dia dos primos, dos
namorados e namoradas, e também dia da amizade e do amigo. Acho que vamos
acabar tendo que criar o dia do dia já que dentre os 365 não sobrará um dia
para ser dele mesmo.
Mas o que será que esse mundo capitalista e tão pouco emotivo considera amigo.
Fiquei me perguntando quem eram meus amigos e como definir entre tantas
pessoas, quem são os que considero assim, amigos?
Pensei nos parentes, alguns que me sinto próximo emocionalmente, mas que não
vejo e não falo desde o último casamento ou enterro da família, mas, são
amigos.
Pensei depois naqueles com quem falo diariamente, esses são amigos! Mas como,
se alguns eu nunca olhei nos olhos e jamais troquei uma palavra fora do mundo
não virtual, mas que são mais próximos, do que os mais próximos parentes
próximos.
Coisa curiosa é o mundo virtual pessoas que nunca olhei nos olhos, que não
conheço o timbre da voz. Mas mesmo assim, são tão caras a meu coração, tão
próximas que passaram a fazer parte da família. Não raras vezes em situação
muito comuns, tomo as dores deles quando algum infeliz comentário os atinge.
Não consigo e nem sei se quero entender, mas uma certeza eu tenho, não quero e
nem gosto de pensar na hipótese de perder qualquer um de meus amigos, virtuais
e não virtuais. Para mim a nossa amizade, se é virtual ou cara a cara, não faz
mais diferença, todas são para o meu coração completamente reais.
Acho que agora depois de raciocinar entendo: amigo é aquele a quem se considera
amigo, não importa a distância real, nem mesmo que o contato seja só virtual,
estão sempre próximos.
Amigos são como irmãos que estão sempre juntos de alguma forma comungando ou
não das mesmas ideias, mas sempre unindo seus corações quando a necessidade ou
o momento determina cuidar, consolar ou se alegrar. Mesmo quando discordam e
acreditam em ideias diferentes, ou quando o time de futebol é rival, tem uma fé
antagônica ou a posição política assim um pouco diferente, pero não mucho
atualmente, rsss.
O que importa mesmo é aquilo que vem do coração, já que como
o profeta Milton já disse:
”Amigo, é coisa para se guardar do lado esquerdo do peito, mesmo que o tempo e
a distância, digam não... Embora eu prefira dizer que os verdadeiros amigos,eu
os guardo dentro, bem no fundo do meu coração.
Por isso hoje deixo aqui o meu abraço carinhoso a esses muitos amigos/irmãos
tão diferentes entre si e tão iguais no sentimento e na presença deles em minha
vida.
A todos vocês aqui vai o meu beijo em seus corações.
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
16 de julho de 2020
Pe. Alfredinho - resgatando a história
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29 de junho de 2020
O Apostolo Pedro, o prebítero (ancião)
“Eu vou jogar minhas redes onde o Senhor me mandar.
Certo de que vou enchê-las de almas pro Reino de Deus”
(Bruno Camurati)
Pedro é o apóstolo com quem mais simpatizo.
O mais impulsivo dos companheiros de Jesus, e que por muito
amar era capaz de pensar poder ir até onde suas forças humanas não lhe
permitiam.
Perdeu a cabeça ferindo o soldado, negou três vezes seu
mestre, pescava nú, não teve fé suficiente para andar sobre as águas, não
queria permitir que Jesus lavasse seus pés...
Tão humano que poderia ser qualquer um de nós. Mas foi a ele
que o mestre escolheu como referência.
Pedro Tú és céfas!
Tu és como uma pedra, um cabeça dura, fruto de tua humanidade simples e pura, mas é sobre essa aparente dureza, cheia de verdade, simplicidade e amor que quero edificar o meu projeto. Pedro, tu és pedra, e é sobre esta pedra que quero iniciar o meu rebanho.
Você Pedro é o nosso maior incentivo, é o sinal de que o
mestre não se importa com nossa frágil humanidade e sim com nossa capacidade de
rever os passos incertos e retornar ao verdadeiro caminho do amor e da luta
pela libertação.
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11 de junho de 2020
Corpus Christi - Dom Helder
Dom Helder Câmara, celebrando a missa do Corpo de Cristo antes de iniciar a procissão carregando o ostensório com o Santíssimo Sacramento.
Na oração da coleta, não conseguiu ler o que estava no missal e, com os olhos marejados de lágrimas e a voz tomada pela emoção, rezou:
"Senhor, é mais fácil reconhecer a tua presença na hóstia consagrada do que nos milhares de irmãos e irmãs miseráveis que sofrem e penam pelas ruas e cortiços do mundo. Como podemos passar pelas ruas com o pão, sinal de tua presença para um mundo novo e de partilha, indiferentes aos adultos e crianças que jazem abandonados no chão? Dá-nos a graça de adorar a tua presença no pão da Eucaristia, de modo que possamos te reconhecer e honrar em cada ser humano, especialmente nos irmãos e irmãs mais marginalizados."
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
21 de abril de 2020
A camada energética da terra está sobrecarregada
O mau humor, a raiva, o ódio antes de chegar em alguém terá que necessariamente passar por quem o está emitindo. Assim quem primeiro receberá esta carga não muito agradável é o próprio emissor.
Portanto, suba a frequência, e a sua vibração!
Não reclame, AGRADEÇA sempre!
de quem liberou de suas costas, uma culpa irreal.
Gente feliz, alegre é mais difícil de ser manipulada.
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11 de abril de 2020
Páscoa, é tempo de renovação.
uma transição necessária para atingirmos escalas mais altas,
mais próximas daquele que nos criou.
até o fim, quando os outros fugiram.
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10 de abril de 2020
Pai, Perdoa. Eles não sabem o que fazem... Até hoje continuam não sabendo
ao invés do Ágape fraterno,
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9 de abril de 2020
Uma quinta feira entre uma aclamação e uma crucifixão
e consta que ele ainda arrematou: Viram o que fiz ? Lavei os pés de vocês.
Então de agora em diante lavai os pés uns dos outros.
Fez o mesmo com o vinho, e o deu para que repartissem entre eles.
Lavem os pés uns dos outros e jamais esqueçam que eu estou me doando por vocês e para completar, para que não houvesse nenhuma dúvida arrematou: Amai-vos uns aos outros como eu vos amo, nisto está TODA a lei e toda a profecia.
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5 de abril de 2020
Hosana ao Filho de David
"Não é o filho do operário?"
"Não é o filho doidinho de Maria ?"
"E de Nazaré, pode sair alguma coisa que preste?"
Ainda hoje colocam na boca da assembleia nas igrejas esse grito maldito e absurdo. Porque será que querem manter o povo com esse sentimento de culpa?
Recuso-me a gritar contra aquele que escolhi como mestre e ideal de minha vida, assim como não quero vê-lo preso na cruz eternamente.
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28 de março de 2020
Diante de Deus um homem que representa toda a humanidade
Kadoish, Kadoish Adonai Tsabaioz ! Santo, santo é o Senhor!
No evangelho Jesus dormia...
E ele, no meio da praça clamou, e como Jesus havia dito aos discípulos, disse-nos que avivássemos a nossa fé.
Os meus olhos jamais esquecerão aquela figura frágil e abatida, como que carregando a tristeza das inúmeras mortes, que continuam acontecendo no mundo, intercedendo por toda a humanidade, alí. De pé sozinho diante da mãe e do filho, numa praça que de tão vazia parecia muito mais imensa do que ela já é.
Na praça repleta de anjos, prontos a espalhar pelo mundo a benção e a esperança vai também a certeza de que é tempo de mudanças, tempo de olhar para os pequeninos de Jesus e deixar de lado a loucura que estava dominando toda a humanidade: a sede de poder e de lucros.
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12 de março de 2020
Por que os primeiros cristãos não gostavam da imagem de Jesus crucificado
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