Maria
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
Vida, essa eterna companheira passageira,
Se me permitem a alegoria.
No início os anos verdes, tudo à espera de se desenvolver.
Muito sentimento, razão pouca e quase nenhuma sabedoria,
Quase tudo ainda está por aprender.
Chegam os anos quentes, de uma vitalidade imensa
Busca-se muito, mas geralmente não se sabe bem o quê...
E ela, a vida, essa incansável passageira,
continua o seu passar.
E eis que se chega à metade dela,
Os anos, nem quentes nem frios.
São como mormaço úmido,
Como uma sequência de outonos,
Céus sem nuvens, expectantes,
Muitas dúvidas quanto às noites frias,
Começa-se a avaliar a possibilidade do inverno.
Mais adiante, sem que se perceba com clareza,
Descobre-se que a vida inicia um lento caminhar.
A chegada do inverno sentencia,
Já não é mais possível correr com facilidade.
Parece que a leveza deu lugar a algo frágil...
O céu já não está tão limpo,
Os dias ensolarados já não são uma constante,
Há dias em que as nuvens se apresentam mais escuras
Chegam as dúvidas quando a possíveis temporais.
Depois de poder ver o sol,
Retornar ao mesmo ponto inicial,
Por setenta e duas vezes, posso perceber,
Que nesta longa caminhada muita vida foi vivida.
Muitas lágrimas foram derramadas,
Mas muito mais sorrisos foram possíveis.
É neste ponto do caminho que parei para meditar...
Inquieto, volto a perguntar como já o fiz tantas vezes:
O que mais passará ainda, amiga vida?
De recuperar a simplicidade e a ingenuidade infantis,
Depois de ter experimentado o exercício da razão,
E de ter sido merecedor da sabedoria.
Peço a Deus que me dê a humildade
Para perceber o momento exato,
De saber pedir ajuda,
De precisar ser cuidado,
Sem revoltas ou rancor.
Quero então estar preparado, amiga vida,
Para quando chegar a hora, que espero ainda demore,
Que o momento me seja suave, leve
E repleto de gratidão pela sua companhia.
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
"De todos os presentes que recebemos, a importância pessoal é o mais cruel. Converte uma criatura mágica e cheia de vida em um pobre diabo arrogante e sem graça".
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Vivemos, mesmo que muitos nem saibam, um momento cósmico especial, o Solstício de Inverno (no hemisfério Sul), que nos remete aos ciclos de “claro” e “escuro”, atividade e repouso. É o dia mais curto e, claro, a noite mais longa do ano.
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
Tenho ouvido relatos de oposição ao Papa Francisco e á ala progressista da
igreja, que segue literalmente o discurso que encontramos no cap 25 do
evangelho de Mateus. O que se vê hoje acontecendo em várias dioceses e nas
comunidades chamadas de Vida e Aliança é algo que envergonha qualquer cristão
consciente. Mas não podemos nos iludir, isso de certa forma, acontece há muitos
séculos.
A igreja, em sua maioria, desde que se tornou “religião oficial”, esteve do
lado oposto da mensagem Jesus. Ela se colocou do lado dos poderosos. Houve tempos em que ela mesma era a poderosa e
se ocupava mais dos bens, do que do Bem. Na verdade, os pequenos grupos que se
alinham à mensagem dos evangelhos sempre foram perseguidos. Muitos foram considerados heréticos e chegaram
a ser exterminados pelas cruzadas. O próprio Francisco em Assis foi muito mal
visto e acusado de desencaminhar jovens, de atentar contra a ordem. E isso é muito antigo. Os padres do deserto,
os eremitas, na verdade foram os primeiros a sofrer perseguição, exatamente por
isso se isolaram e enterraram boa parte dos manuscritos que não tinham sido
aceitos pela igreja "oficial". Aliás essa ideia de igreja oficial é
algo bem diferente das comunidades autocéfalas dos primeiros tempos, e a convocação
do primeiro concilio, o de Jerusalém, mostra bem, isso.
É muito triste ver que o Espírito Santo suscitou um papa para tentar colocar a
igreja mais próxima e fiel à mensagem original, e ele seja tão criticado e
desrespeitado.
A mensagem de Jesus não é muito palatável em um mundo que prefere o
individualismo e a exterioridade, ela é muito questionadora e propõe que se
saia em direção ao outro. O Amar ao próximo como a ti mesmo é algo muito
descabido para um mundo de “leis de Gerson” e que se pauta por uma razão
cínica. A própria estrutura monárquica da igreja, sofreria por parte do Nazareno,
sérias e severas críticas.
Grandes santuários que diferem radicalmente de alguém que afirmava: não ter nem
lugar onde repousar a cabeça, são evidencias de quanto se está distante do
incômodo Galileu, que ousou desafiar os sacerdotes e poderosos de seu tempo.
E o sol deu mais uma volta pelo céu. Confesso que tenho a impressão, que desta vez, o acelerador estava o tempo todo acionado. É como se eu tivesse dormido e acordado 365 dias depois em uma só noite. Mas quando penso com mais cuidado, percebo que muita coisa aconteceu neste um ano. Foram dias de apreensão, de medo até. Temos tido que aprender a viver sob as mais variadas ameaças. Cada dia parece ter uma, ou várias provas a serem vencidas. Tenho a nítida impressão que aqueles anos de paz e tranquilidade, como um rio que corre lentamente em direção ao oceano, se transformaram em verdadeiras corredeiras que exigem atenção e cuidado o tempo todo. O importante, na verdade, é não esquecer de fluir e ter a certeza de que no final, o que se vai encontrar, não há a menor dúvida, é o grande mar.
É lá que todos iremos nos encontrar um dia.
A todo momento, e em tudo, não podemos esquecer que que o principal é a
aprendizagem, o crescimento e o fluir, tendo o amor como regra e a fraternidade
como princípio.
Sou muito grato ao criador que me proporcionou
essas 71 (setenta e uma) voltas em torno do sol.
Sou grato pela luz desse sol, que iluminou sempre o meu caminho.
Sinto muito pelos tropeços que me
detiveram no caminho, e dos momentos em que recusei temporariamente a ir
adiante.
Peço ao grande criador que me perdoe
por minha imaturidade e se algumas vezes fui rebelde e me recusei a aprender a
lição.
Faço questão aqui de declarar o meu
eterno amor a Ele , fonte de toda a vida, e de todo amor que banha nosso
universo.
"ALFREDINHO", foi
um padre suíço que pertenceu à congregação dos filhos
da caridade, que na década de 1980, criou a "irmandade do servo sofredor".
Frédy Kunz, nasceu no dia 12 de
fevereiro de 1920, em Berna (Suíça)
Em 1926, mudou-se, juntamente com a sua família, para Arbois
(França).
Na infância, devido ao sobrenome de origem alemã era
discriminado por outras crianças, no contexto de grande rivalidade entre os
países no período posterior à primeira guerra mundial.
Aos onze anos de idade, começou a trabalhar em na cozinha de
um hotel, no início, apenas durante as férias escolares. a partir dos 13 anos,
quando terminou os estudos, passou a trabalhar até quinze horas por dia. o
patrão o tratava com muita severidade, incluindo tapas da na cara e chutes no
traseiro, quando executava tarefas com lentidão e, em troca, recebia uma baixa
remuneração.
Aos 16 anos de idade,
ingressou na Juventude Operária Católica (JOC).
Em 1940, durante a conquista da França pela Alemanha nazista, o regimento
no qual servia foi capturado. Durante a época na qual foi prisioneiro de guerra, organizou
grupos de oração e de assistência aos doentes.
Enquanto era prisioneiro de guerra, recusou-se a trabalhar para os nazistas em troca de um melhor
tratamento como prisioneiro.
O contato com o sofrimento no campo de concentração o levou
a meditar sobre o Cântico do Servo Sofredor, (Isaías,53), que contém os seguintes versos:
“.. desprezado e rejeitado pelos homens,
homem do sofrimento e experimentado na dor;
como indivíduo de quem a gente esconde o rosto,
ele era desprezado e nem tomamos conhecimento dele.
Todavia, eram as nossas doenças que ele carregava,
eram as nossas dores que ele levava em suas costas.
E nós achávamos que ele era um homem castigado,
um homem ferido por deus e humilhado.
Mas ele estava sendo transpassado por causa de nossas revoltas,
esmagado por nossos crimes.
Caiu sobre ele o castigo que nos deixaria quites;
e por suas feridas é que veio a cura para nós. ”
Posteriormente, diria que:
“ É nos cânticos do
servo de Deus que Jesus descobriu sua missão. Ele é o servo sofredor por
excelência. E hoje, ele continua sua paixão e ressurreição na carne dos pobres
humilhados, rejeitados, conduzidos ao matadouro. São esses pobres que purificam
nossa humanidade corrompida pelo consumismo, pelo luxo, pelo desperdício, pela
sexualidade desenfreada, pela violência. São as suas feridas que nos curam. Se
nosso mundo de estupidez e de horrores não afunda de vez, é graças a esses
servos sofredores. Seu espírito de resistência, sua disposição a perdoar pode
converter aquele que detém o poder e o dinheiro, aquele que é vítima dos falsos
deuses do mundo materialista. Quando o pobre, mergulhado nesse mistério, sem
saber, adquire a inteligência do que ele vive, alguma coisa nasce. Porque a
vocação do servo sofredor não é de ficar eternamente pisado. Ele é portador de
uma esperança. Quando Isaías fala no meio dos cativos, ele pressente uma libertação.
”
Após a segunda guerra mundial, ingressou em um seminário,
depois, alguém que conhecia suas características, o aconselhou a ingressar na
Congregação dos Filhos da Caridade, uma congregação fundada em Paris (França),
no dia 25 de dezembro de 1918, pelo padre Jean-Emile Anizan (1853-1928) e que
tem como propósito a evangelização das classes trabalhadoras.
Em 1954, foi ordenado
sacerdote.
Em 1955, depois de um ano atuando em uma paróquia em Paris,
foi enviado para Montreal (Canadá), onde foi capelão da JOC e organizou o
círculo Mximiliano Maria Kolbe que tinha como missão conseguir ajuda para
pessoas necessitadas.
Entre 1962 e 1968, dedicou-se à Pastoral Vocacional e passou
a pregar em retiros espirituais.
Em 1968, foi enviado
para a diocese de Crateús (Ceará - Brasil), então dirigida por Dom Antônio
Batista Fragoso, um dos participantes do Pacto das Catacumbas, que
pretendia transformar a igreja católica em uma entidade a serviço dos mais
pobres e das suas lutas para sair da miséria e da exploração.
Naquela cidade,
concedeu a unção dos enfermos a uma jovem prostituta, de apenas 22 anos, que,
duas semanas depois, faleceria de Tuberculose. Após o falecimento, Alfredinho
alugou o barraco onde vivia a prostituta e naquele local, exerceria por três
anos suas funções religiosas, convivendo com pessoas marginalizadas.
Em 1976, quando
sofria de uma hérnia de disco, indagou ao biblista Carlos Mesters o sentido de
tamanho sofrimento. Esse questionamento, levou Mesters a escrever o A Missão do Povo que Sofre", que
apresenta Os Quatro Cânticos do Servo de
Javé como quatro passos que o sofredor faz para descobrir-se servo.
No início de março de 1981, em decorrência de uma forte seca
na região, dezenas de flagelados chegaram à cidade de Crateús em busca de
alimentos. Naquele contexto, organizou a
campanha "Porta Aberta aos Famintos" (PAF), pelo qual, às pessoas
dispostas a doar comida aos famintos colocavam um cartaz com os referidos dizes
na porta de suas casas. Essa campanha
ajudou a alimentar milhares de camponeses pobres.
Irmandade do Servo Sofredor
( ISSO)
No dia 7 de janeiro de 1977, Alfredinho começou a pregar em
um retiro que tinha como tema a figura do "Servo
Sofredor" no Seminário da Prainha, em Fortaleza. Esse encontro contou
com sete participantes que decidiram se reencontrar uma vez por ano, esse foi o
surgimento da “Irmandade do Servo Sofredor”
(ISSO), que teria como padroeiro São Maximiliano Maria Kolbe.
Alfredinho, um verdadeiro
santo que viveu entre nós fez sua Páscoa no dia 12 de agosto de 2000, em Santo
André (Brasil).
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
A Festa de Pentecostes é um marco solido da fé cristã.
A narrativa de Lucas no livro dos Atos dos Apóstolos (At 2,1-13) revela que os
discípulos estavam reunidos no mesmo local dos encontros anteriores (os
discípulos se reuniam de modo secreto e escondido, pois temiam perseguições por
estarem envolvidos com Jesus, que fora condenado como malfeitor).
Pentecostes é o evento em que os discípulos perdem o medo e
encontram através da força do Espírito Santo a coragem de testemunhar o
Evangelho e assumir todos os riscos inerentes à vocação.
As línguas de fogo representam a força do alto, a intervenção divina e a luz do Espírito Santo que ilumina, aquece e encoraja. Pode-se dizer que as línguas de fogo são a unção de Deus para a nova missão dos discípulos. Eles até agora reunidos a portas fechadas, deixam o lugar e partem corajosamente para anunciar a missão, a paixão e a ressureição de Jesus. (Frei Isidoro Mazzarolo)
Será que o Espírito de Deus escolheu em quem se manifestar?
Tenho pavor de incoerências.
Pedro pelo menos teve a humildade de admitir em uma outra
situação que se o espírito havia se derramado sobre os "impuros", não
seria ele que faria objeção. Mas parece que o magistério atual prefere outro
caminho...
Que o Espírito Santa traga Luz, muita Luz para que se possa
ter um novo caminho mais inclusivo e genuinamente Cristão.
Que ele nos dê coragem neste momento difícil de nossa história.
No país da "treta", está claro que tudo é possível, de minha parte já estou bastante indisposto e seguir com isso seria forçar o vômito.
Eu nasci aqui, neste bairro e neste Boulevard, em uma maternidade que ficava a poucos metros e tinha o mesmo nome da Basílica de Nossa Senhora de Lourdes. Fiz o meu ensino primário numa escola também no Boulevard 28 de Setembro. Escola que existe até hoje "escola Argentina". Moro na vizinhança de Vila Isabel, no bairro do Maracanã, que é um bairro entre a Vila Isabel e a Tijuca. Vila Isabel.
Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
Ele que espalhou tanta luz que possa repousar na clara luz.
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Psicoterapeuta / Psicólogo Clínico - Membro do Colégio Internacional de Terapeutas (Terapeutas de Alexandria) – Terapeuta Holístico - Pós graduado em Arteterapia e em Terapia Floral - Formação Holística de Base na Unipaz - Formação básica em Teologia pelo Centro Loyola de Fé e Cultura -PUC/RJ. Ger.de Rec.Humanos na Cia Souza Cruz Ind. e Comércio - Consultor empresarial - consultor Psicopedagógico dos projetos Sociais de Capacitação Solidária
Thich Nhat Hanh Thây
Thich Nhat Hanh, o monge que popularizou a atenção plena (mindfulness) no Ocidente, voltou para o Vietnã para aproveitar o resto de sua vida. Devotos de muitas partes do mundo estão o visitando. Aos 92 anos, ele se retirou em um templo budista fora da cidade de Huế.
.Em 2014, Thây,sofreu um derrame. Desde então, tem sido incapaz de falar ou continuar seus ensinamentos. Em outubro de 2018, ele expressou seu desejo, usando gestos, de retornar ao templo no Vietnã, onde foi ordenado como um jovem monge.
Eu não estou preso neste corpo, sou a vida sem limites, eu nunca nasci e eu nunca morrerei.
Lá o vasto oceano e o céu com muitas galáxias todos manifestos na base da consciência. Desde tempos sem início sempre fui livre. Nascimento e morte são apenas um meio - uma porta que nós entramos e saimos. Nascimento e morte são apenas um jogo de esconde-esconde. Então sorria para mim e pegue minha mão e acene um adeus. Amanhã vamos nos encontrar de novo ou até mesmo antes. Estaremos sempre nos encontrando novamente na verdadeira fonte, sempre encontrando novamente nos caminhos inumeráveis da vida. " Thich Nhat Hanh no livro Nenhuma morte, Nenhum medo
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Hoje resolvi fazer uma coisa que já não fazia há algum tempo. Ler notícias e ver o que dizem as redes sobre a situação atual. Vi bem o que isso produz em mim. As postagens que compartilhei, uma parte delas mostram bem como essas coisas nos afetam, pelo menos afetam a mim de forma muito pouco positiva. Despertam uma revolta que pouco utilidade tem e afetam de forma bem negativa o meu projeto de ser uma pessoa melhor. Eu tenho como um projeto muito importante o fato de que quando nasci recebi um “ego”, e pretendo devolver quando for embora, um bem melhor. Pelo menos tenho me empenhado neste sentido.
“… um menino de uns 10 anos estava parado, na frente de uma loja de sapatos olhando a vitrine e tremendo de frio. Uma senhora aproximou-se do menino e disse-lhe:
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